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25 junho 2013

Filme sobre a Revolucão dos 'Cristeros' no México oferece lições em um tempo oportuno

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23405

 
LEGENDA - Produtor Pablo José Barroso na estreia do filme em Roma, Itália
 
Roma, 31 Mar. 12 / 07:54 am (ACI).- O produtor de um novo filme que conta a luta contra a perseguição do governo mexicano aos católicos nos anos 20, diz que nele existem claros paralelos com a situação atual nos Estados Unidos e em outros lugares.

 “Eu acho que o que vivemos hoje são as mesmas coisas que aconteceram naquele tempo, e depois que você assistir ao filme  verá que há muitos tópicos que estão vivos no momento”, contou Pablo José Barroso, produtor de “For Greater Glory”, a Catholic News Agency, a agência do grupo ACI em inglês, no dia 21 de março.

 “For Greater Glory” - antes chamado de “Cristiada” – traça a história da Guerra Cristera do México que foi motivada pela legislação anticlerical sendo aprovada pelo presidente mexicano Elías Calles em 1926. Aquelas leis baniram ordens religiosas, privaram a Igreja de direitos de propriedade e negou liberdade civil aos padres, incluindo os direitos de julgamento por júri e o de voto.

20 abril 2011

Diretor do filme “Cristiada" espera que esta produção inspire a defesa da liberdade religiosa

 
Cuajimalpa, 14 Abr. 11 / 11:26 am (ACI)


O cineasta Dean Wright espera que seu filme "Cristiada" inspire a defesa da liberdade religiosa através do testemunho dos homens que deram sua vida por manter sua fé durante a perseguição anti-cristã que estremeceu o México na década de 20.

Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, Wright –ganhador do Oscar por seu trabalho com os efeitos especiais do Senhor dos Anéis– compartilhou detalhes do filme que será estreado no final do ano e que apresenta as histórias de "cinco pessoas ordinárias que optaram por levantar-se para (proteger) seus direitos".

"Quando se encontraram envolvidos nesta guerra civil, decidiram o que fariam e quão longe queriam chegar para manter sua liberdade", indicou o diretor e destacou o grande apoio e entusiasmo da população católica mexicana pelo filme que apresenta um dos períodos mais difíceis para a Igreja no século passado.

O cineasta conheceu a história da Guerra “Cristera” através de sua amizade com o produtor mexicano Pablo José Barroso, quem lhe enviou o script daquele que é o primeiro filme em sua carreira de diretor.

08 setembro 2010

Os 10 melhores filmes atuais do ponto de vista espiritual

BARCELONA,  janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Como todos os anos, o Prof. Peio Sánchez, diretor do Departamento de Cinema do arcebispado de Barcelona (Espanha), oferece sua avaliação sobre os 10 melhores filmes do ponto de vista espiritual. 

Sánchez afirma que, ao fazer este elenco, ele o apresenta “como um material válido para a recuperação educativa e pastoral através do DVD. (...) Parece-nos hoje imprescindível escolher bem o que vemos para sermos pessoas melhores. E acreditamos que esse tipo de cinema convida a aprofundar nos grandes interrogantes, propõe um olhar aberto ao mistério de Deus”.

1. Gran Torino (2008), Clint Eastwood
“Em Gran Torino, Clint Eastwood  soube contar uma história simples com uma enorme força dramática, apresentando temas espirituais de fundo, como o sentido do perdão, a redenção como sacrifício e o caminho da conversão. E do ponto de vista cristão, não somente apresenta uma imagem positiva da Igreja, representada no Pe. Janovich, mas também oferece uma poderosa imagem crítica nas decisões finais do protagonista.”

2. Jornada pela liberdade (2006), Michael Apted 
“Esta homenagem a William Wiberforce – um parlamentar da Câmara dos Comuns, que dedicou, desde a sua juventude, sua atividade política à luta contra a escravidão e as injustiças sociais – apresenta-se com uma magnífica produção e uma série de atuações excepcionais. Marcada profundamente pela perspectiva social cristã, é um filme imprescindível para conhecer a força ética do Evangelho e sua herança em nossa cultura.”
 

24 novembro 2009

Diário vaticano critica "Lua Nova", a saga do filme Crepúsculo

ROMA, 23 Nov. 09 / 07:36 am (ACI).- O jornal L’Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção "Lua Nova (New Moon)", saga de "Crepúsculo", uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

"Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido".

O jornal vaticano assinala que este filme "já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um ‘elogio à repressão sexual em si mesma’, de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil".

Com esta tendência, diz o artigo, "terei que tirar o chapéu" para a autora Stephanie Meyers, quem escreveu a saga e "que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns" clichês "para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo".

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Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme "existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu" de Shakespeare.

Como em Crepúsculo, "a opção por fazer que os ‘monstros’ assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a ‘ferida original’ que todos têm dentro".

É melhor, prossegue o artigo do LOR, "evitar chamar ‘pecado’ (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à ‘ferida original’ que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade".

Pode-se ver, ademais, "a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da ‘espinhosa realidade’, como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de ‘tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta’".

O texto assinala também que a "cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidezes e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: ‘75 por cento do mérito é dos cabelos’, responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos".

De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui "um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada".

"O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio", disse.

23 abril 2009

Novo Filme Sobre Nsa Sra de Fátima


Site do filme: http://www.the13thday.com/

O filme britânico O 13.º Dia - Um milagre em Fátima, que relata a história das aparições, está «bem concebido e de acordo com a mensagem de Fátima», afirmou hoje o secretário internacional do Apostolado Mundial de Fátima (AMF).

Nuno Prazeres disse que o filme de Ian e Dominic Higgins, que se encontra em pós-produção, foi pré-apresentado em Novembro, em Fátima, para os participantes da Assembleia-Geral do AMF, «tendo sido bem recebido» pela plateia.

Segundo a Agência Ecclesia, «os realizadores independentes Ian e Dominic Higgins apresentam os acontecimentos de Maio a Outubro de 1917 no contexto das perseguições religiosas da I República e da I Guerra Mundial, falando da mensagem de esperança entregue às três crianças».


«Pelo que vimos, está de acordo com a mensagem» , disse Nuno Prazeres, acrescentando que o filme - a preto e branco, rodado em Inglaterra e com algumas cenas captadas nos arredores da Cova da Iria -, apresenta também «uma actualização da própria mensagem» de Fátima e tem alguns momentos marcados «pela emoção».

Assente nos relatos da Irmã Lúcia, que no filme aparece a escrever as suas memórias enquanto as imagens retratam os seus escritos, o filme conta com a participação do presidente nacional do AMF em Inglaterra, Timothy Robertson, na revisão dos textos.

«Algumas imagens são históricas - como as da I Guerra Mundial» , revelou Nuno Prazeres, acrescentando que «este filme é muito diferente dos que até agora são conhecidos sobre Fátima».

«Está actualizado. Conta inclusive a parte da revelação do Terceiro Segredo [revelado em Fátima em 13 de Maio de 2000, durante a terceira deslocação do Papa João Paulo II ao Santuário, para a beatificação dos videntes Jacinta e Francisco Marto], mas o principal é todo o período das aparições [entre 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917]», contou.

De acordo com Nuno Prazeres, «este é um filme não apenas para quem conhece Fátima, mas também para quem não conhece a mensagem e mesmo para quem não é cristão ou católico».

«Quando se fala de paz, fala-se para todo o mundo», disse.

Segundo as informações de que dispõe, o filme poderá entrar no circuito comercial ainda este ano.

Também o Apostolado Mundial de Fátima poderá a ter na película um veículo de difusão da sua mensagem. Isso mesmo foi admitido por Nuno Prazeres, ressalvando que tudo depende do produto final.

Entretanto, fonte do Santuário de Fátima disse à Agência Lusa que a instituição colaborou com os responsáveis pelo filme no empréstimo de alguns dos trajes mais antigos usados pelos figurantes.

Fonte: Lusa / SOL online