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25 junho 2013

Filme sobre a Revolucão dos 'Cristeros' no México oferece lições em um tempo oportuno

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23405

 
LEGENDA - Produtor Pablo José Barroso na estreia do filme em Roma, Itália
 
Roma, 31 Mar. 12 / 07:54 am (ACI).- O produtor de um novo filme que conta a luta contra a perseguição do governo mexicano aos católicos nos anos 20, diz que nele existem claros paralelos com a situação atual nos Estados Unidos e em outros lugares.

 “Eu acho que o que vivemos hoje são as mesmas coisas que aconteceram naquele tempo, e depois que você assistir ao filme  verá que há muitos tópicos que estão vivos no momento”, contou Pablo José Barroso, produtor de “For Greater Glory”, a Catholic News Agency, a agência do grupo ACI em inglês, no dia 21 de março.

 “For Greater Glory” - antes chamado de “Cristiada” – traça a história da Guerra Cristera do México que foi motivada pela legislação anticlerical sendo aprovada pelo presidente mexicano Elías Calles em 1926. Aquelas leis baniram ordens religiosas, privaram a Igreja de direitos de propriedade e negou liberdade civil aos padres, incluindo os direitos de julgamento por júri e o de voto.

11 setembro 2012

**Projeto de Código Penal angustia o País**


Subtítulos do artigo:

- Introdução
- Código Penal inspirado no PNDH-3
- Aplicação a conta-gotas
- Agora, um golpe mais profundo: a reforma do Código Penal
- Profundamente estatizante
- O tabu da menoridade penal
- A chamada “homofobia”: não nomeada, mas onipresente
- Uma lei contra a homofobia é juridicamente inútil e contraproducente
- Eutanásia: na lei, criminalizada; na prática, liberada
- Liberação assustadora do aborto
- O novo projeto vai muito além e abre as comportas de modo assustador.
- Por que não a “Roda dos enjeitados”?
- Até aborto à revelia da vontade da mãe
- Atitudes heróicas de futuras mães
- Conceito inadequado de escravidão
- Portas aberta para o lenocínio e o rufianismo
- Álcool na direção, não. Drogar-se, sim.
- Terrorismo “ruim” e terrorismo “bom”
- Equiparação de homens com animais
- Protegendo as pedras
- Driblando a lei de anistia
- Visão de conjunto

**Projeto de Código Penal angustia o País**


As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com
força coercitiva no anteprojeto de Código Penal,agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool, eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens desse ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

Gregorio Vivanco Lopes

Revista Catolicismo/setembro de 2012.

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para
implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do PNDH-3 do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

* * *


Durante os dias que precediam o Natal, um exército de índole
eco-socialo-comunista, poderosamente armado, cercou uma pacífica e desprevenida aldeia, com o fim de conquistá-la e obrigar seus cidadãos a seguirem novos costumes e novas leis, coagi-los a agir e até a pensar contra seus princípios cristãos e sua vontade, e assim, sem derramar uma só gota de sangue, sujeitá-los a uma tirania de esquerda.

“Eles vão estar preocupados em preparar as festas natalinas, e nem se darão
conta de nossa aproximação e de nossas intenções”, foi o cálculo feito pelos comandantes daquele exército. “Vamos pegá-los desprevenidos”.

Houve um fator, porém, com o qual os invasores não contavam. A aldeia tinha
alguns sentinelas, que ao dar-se conta das manobras daquela tropa, deram o alarme. Foi um “Deus nos acuda”. Os alertas e as denúncias correram entre os habitantes como um corisco. Todos se mobilizaram, cada qual tirou de seus pertences as poucas armas que possuía; sobretudo apareceu de repente uma vontade indômita de não se deixar dominar.

Esse “arsenal” seria ridículo para enfrentar o poder daquele exército, menos
num ponto que foi cuidadosamente pesado pelos invasores. A partir do momento em que soou o alerta, deixou de ser possível que a conquista se fizesse de modo pacífico e despercebido. Os comandantes tinham força suficiente para avançar, é fora de dúvida, mas seria ao preço de resistências e de lutas, produzindo mal-estares profundos e recusas ostensivas, enfim espezinhando a população, se não do ponto de vista cruento ao menos sob o aspecto moral e psicológico.

Reuniu-se então o conselho dos oficiais para decidir o que fazer. Chegaram a
uma conclusão maquiavélica. Não haveria invasão, não compensava. O exército operaria uma retirada, porém apenas aparente. Não abdicaria de suas intenções, mas procuraria fazer-se esquecer, dar a impressão de que desistira. Quando os habitantes da aldeia estivessem suficientemente olvidados do ocorrido, mandariam pequenos destacamentos, em trajes civis, para procurar impor um ou outro ponto de seu grande programa de domínio. Agiriam por etapas e aos poucos para não despertar reações.

Em certo momento poderiam tentar um golpe mais profundo que virtualmente
impusesse aos pobres aldeães grande parte daquilo que eles não queriam, e então com ameaças de prisão e de penas várias. No final teriam infligido a todos os habitantes seu plano primeiro.

07 março 2012

Apoio ao pe. Paulo Ricardo

      Alguns dias atrás um grupo de sacerdotes da diocese de Cuiabá resolveram protestar através de uma carta contra o pe. Paulo Ricardo por vir resgatando milhares de Católicos da ignorância que viam vivendo.


      Vários blogs Católicos já se manifestaram sobre o ocorrido:
http://domvob.wordpress.com/2012/03/06/se-calarem-a-voz-dos-profetas-as-pedras-falarao/

14 setembro 2011

Austrália: polêmica pelo antes e depois de Cristo

Proposta para eliminar “a.C.” e “d.C” das datas históricas
Por Paul De Maeyer




ROMA, terça-feira, 13 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – No mundo ocidental, especialmente no anglo-saxônico, vemos há anos tentativas de eliminar da vida pública, em nome do “politicamente correto”, as referências ao cristianismo e à fé cristã, por considerá-los ofensivos aos não cristãos.


Basta pensar, por exemplo, na batalha legal travada nos Estados Unidos em torno ao monumento aos Dez Mandamentos, colocado em 2010 no átrio do Alabama State Judicial Building pelo então presidente do Tribunal Supremo do estado, Roy Moore. Ou a moda nos países anglo-saxônicos de usar a expressão “holiday season” ou “festive season” (época de férias ou de festas) para se referir ao período natalino.


Na Itália repercutiu o caso da cidadã italiana de origem finlandesa Soile Tuulikki Lautsi, que processou o Estado pedindo a eliminação do crucifixo nas salas de aula da escola freqüentada por seus filhos, em Pádua. Ela perdeu a causa.


28 junho 2011

Parada Gay: respeitar e ser respeitado

Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada Gay deste último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé ultrajados.

Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar, antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?!

“Nem santo salva do vírus da AIDS”. Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus – “amai-vos uns aos outros” – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse qualquer forma de “amor”; o “mandamento novo” foi instrumentalizado para justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.

A Igreja católica refuta a acusação de “homofóbica”. Investiguem-se os fatos de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais; muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito. Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna.

Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.

A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a sexualidade não depende de “opção”, mas é um fato de natureza e dom de Deus, com um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido coerentemente pelo homem e pela mulher.

Causa preocupação a crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora, não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável para o futuro da civilização e da humanidade?

As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.

Publicado em
O SÃO PAULO, ed. de 28.06.2011
Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Fonte: http://arquidiocesedesaopaulo.org.br/osaopaulo.htm

21 maio 2011

Trechos do PL122, para entender as entrelinhas

 

Leiam um trecho do PL 122:
 
Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.”
Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”

Para demitir um homossexual, um empregador terá de pensar duas vezes. E cinco para contratar — caso essa homossexualidade seja aparente. Por quê? Ora, fica decretado que todos os gays são competentes. Aliás, na forma como está a lei, só mesmo os brancos, machos, heterossexuais e eventualmente cristãos não terão a que recorrer em caso de dispensa. Jamais poderão dizer: “Pô, fui demitido só porque sou hétero e branco! Quanta injustiça!”. O corolário óbvio dessa lei será, então, a imposição posterior de uma cota de “gênero”, “orientação” e “identidade” nas empresas. Avancemos.

“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. ”
 
Cristãos, muçulmanos, judeus etc têm as suas escolas infantis, por exemplo. Sejamos óbvios, claros, práticos: terão de ignorar o que pensam a respeito da homossexualidade, da “orientação sexual” ou da “identidade de gênero” — e a Constituição lhes assegura a liberdade religiosa — e contratar, por exemplo, alguém que, sendo João, se identifique como Joana? Ou isso ou cana?

Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:
 
“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
 
Pastores, padres, rabinos etc. estariam impedidos de coibir a manifestação de “afetividade”, ainda que os fundamentos de sua religião a condenem. O PL 122 não apenas iguala a orientação sexual a raça como também declara nulos alguns fundamentos religiosos. É o fim da picada! Aliás, dada a redação, estaríamos diante de uma situação interessante: o homossexual reprimido por um pastor, por exemplo, acusaria o religioso de homofobia, e o religioso acusaria o homossexual de discriminação religiosa, já que estaria impedido de dizer o que pensa. Um confronto de idéias e posturas que poderia ser exercido em liberdade acaba na cadeia. Mas o Ai-5 mesmo vem agora:

“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
 
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”
 
Não há meio-termo: uma simples pregação contra a prática homossexual pode mandar um religioso para a cadeia: crime inafiançável e imprescritível. Se for servidor público, perderá o cargo. Não poderá fazer contratos com órgãos oficiais ou fundações, pagará multa… Enfim, sua vida estará desgraçada para sempre. Afinal, alguém sempre poderá alegar que um simples sermão o expôs a uma situação “psicologicamente vexatória”. A lei é explícita: um “processo administrativo e penal terá início”, entre outras situações, se houver um simples “comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” Não precisa nem ser o “ofendido” a reclamar: basta que uma ONG tome as suas dores.

A PL 122 institui o estado policial gay! E o chanceler no Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, já é alvo dessa patrulha antes mesmo de essa lei ser aprovada.

O que querem os proponentes dessa aberração? Proteger os gays? Não há o risco de que aconteça o contrário? A simples altercação com um homossexual, por motivo absolutamente alheio à sua sexualidade, poderia expor um indivíduo qualquer a um risco considerável. Se o sujeito — no caso, o gay — for honesto, bem: não vai apelar à sua condição de “minoria especialmente protegida”; se desonesto — e os há, não? —, pode decidir infernizar a vida do outro. Assim, haverá certamente quem considere que o melhor é se resguardar. É possível que os empregadores se protejam de futuros dissabores, preferindo não arriscar. Esse PL empurra os gays de volta para o gueto.

Linchamento moral
 
O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. À diferença de suas “boas intenções”, pode é contribuir para a discriminação, à medida que transforma os gays numa espécie de “perigo legal”. Os homossexuais nunca tiveram tanta visibilidade. Um gay assumido venceu, por exemplo, uma das jornadas do BBB. Cito o caso porque houve ampla votação popular. A “causa” está nas novelas. Programas de TV exibem abertamente o “beijo gay”. Existe preconceito? Certamente! Mas não será vencido com uma lei que acirra as contradições e as diferenças em vez de apontar para um pacto civilizado de convivência. Segundo as regras da democracia, há, sim, quem não goste dessa exposição e se mobiliza contra ela. É do jogo.

Ninguém precisa de uma “lei” especial para punir aqueles delinqüentes da Paulista. Eles não estão fora da cadeia (ou da Fundação Casa) porque são heterossexuais, e sua vítima, homossexual. A questão, nesse caso, infelizmente, é muito mais profunda e diz muito mais sobre o Brasil profundo: estão soltos por causa de um preconceito social. Os homossexuais que foram protestar na Paulista movidos pela causa da “orientação sexual” reduziram a gravidade do problema.

Um bom caminho para a liberdade é não linchar nem física nem moralmente aqueles de quem não gostamos ou com quem não concordamos. Seria conveniente que os grupos gays parassem de quebrar lâmpadas na cabeça de Augustus Nicodemus Lopes, o chanceler do Mackenzie. E que não colocassem com tanta vontade uma corda no próprio pescoço sob o pretexto de se proteger. Mas como iluminar minimamente a mentalidade de quem troca o pensamento pela militância?

Fonte: Veja On Line

20 abril 2011

Diretor do filme “Cristiada" espera que esta produção inspire a defesa da liberdade religiosa

 
Cuajimalpa, 14 Abr. 11 / 11:26 am (ACI)


O cineasta Dean Wright espera que seu filme "Cristiada" inspire a defesa da liberdade religiosa através do testemunho dos homens que deram sua vida por manter sua fé durante a perseguição anti-cristã que estremeceu o México na década de 20.

Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, Wright –ganhador do Oscar por seu trabalho com os efeitos especiais do Senhor dos Anéis– compartilhou detalhes do filme que será estreado no final do ano e que apresenta as histórias de "cinco pessoas ordinárias que optaram por levantar-se para (proteger) seus direitos".

"Quando se encontraram envolvidos nesta guerra civil, decidiram o que fariam e quão longe queriam chegar para manter sua liberdade", indicou o diretor e destacou o grande apoio e entusiasmo da população católica mexicana pelo filme que apresenta um dos períodos mais difíceis para a Igreja no século passado.

O cineasta conheceu a história da Guerra “Cristera” através de sua amizade com o produtor mexicano Pablo José Barroso, quem lhe enviou o script daquele que é o primeiro filme em sua carreira de diretor.

13 março 2011

Disque Perseguição Religiosa

Disque Perseguição Religiosa
(um número telefônico para perseguir os que se opõem ao homossexualismo)

O Brasil não tem uma lei que tipifique como crime a oposição ao homossexualismo. O PLC 122/2006, que pretende isso, foi desarquivado graças a um requerimento da Senadora Marta Suplicy (PT/SP)
[1], eleita com o apoio de Gabriel Chalita[2], membro da Canção Nova.

Porém, mesmo antes de o PLC 122/2006 ser aprovado, o governo Dilma já criou um “serviço” de perseguição àqueles que desaprovam o vício contra a natureza. No dia 29 de fevereiro de 2011, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, anunciou que o Disque 100, número gratuito que recebe 24 horas por dia, ligações em defesa dos direitos humanos em todo o país, passaria a receber denúncias de “ações homofóbicas”[3]. São palavras da ministra: “Vamos criar uma rede de contatos em parceria com estados e municípios, com o objetivo de obter dados mais reais de casos de homofobia no país e garantir que os culpados sejam investigados e punidos”.

Note-se que, mesmo sem previsão legal, a ministra já quer dar punição aos que não encaram com naturalidade as condutas antinaturais. Quem denuncia não precisa preocupar-se, pois é garantido o “sigilo da fonte”. Portanto, no final do segundo mês da posse de Dilma, seu governo já instalou a perseguição religiosa baseada em ligações telefônicas gratuitas e anônimas. Os que professam a fé cristã devem estar preparados para um policiamento semelhante à KGB soviética e à Gestapo nazista. Alguns exemplos ajudarão a esclarecer a gravidade do quadro.

25 fevereiro 2011

PLC 122/2006 - "Lei da Homofobia"

Ser cristão poderá ser crime



Olá,
Você sabe da última investida contra a família
cristã brasileira?
A senadora Marta Suplicy (PT) desarquivou o PLC 122/2006, projeto de lei conhecido como a "Lei da Homofobia".
Esta lei criminaliza reações contrárias - mesmo que pacíficas - à prática homossexual.
Ou seja, se você é um pai de família e não aceita que seu filho sofra a influência na escola, no clube, em casa, etc., de práticas homossexuais, poderá parar atrás das grades e será taxado de "homofóbico".
Já imaginou isso?
E os absurdos não param por aí...
Para que este PLC 122/2006 voltasse à pauta das votações no Congresso Federal, a senadora Marta contou com o apoio de 26 colegas do Senado federal.
Quem são eles? Não sabemos, pois a lista não foi divulgada.
Eles não tiveram coragem de mostrar sua face!
E por que esses senadores preferiram o anonimato?
Porque eles SABEM que este projeto de lei vai contra
a vontade dos brasileiros.
Veja aqui mais detalhes sobre o desarquivamento da "Lei da Homofobia" e saiba por que ela será a porta de entrada para a perseguição religiosa no Brasil.
Lembre-se: caso esta lei seja aprovada, você poderá ir para a cadeia se tomar uma postura contrária às campanhas
pró-homossexualismo.
Os ativistas deste grupo defendem com violência qualquer opinião contrária a seu modo de viver, sempre empunhando a bandeira da "tolerância", sendo que eles mesmos não a praticam.
A própria Igreja é contra as práticas homossexuais, não é?
A Sagrada Escritura diz que o casamento só pode ser formado por um homem e uma mulher, certo?
Então cuidado. Pois se a Lei da Homofobia for aprovada, ser cristão e seguir os ensinamentos de Nosso Senhor poderá ser considerado um crime.
Espalhe esta notícia a todos que você conhece!
- Encaminhe agora este email;
Veja aqui a notícia e compartilhe nas redes sociais;
- Participe da causa "Lei da Homofobia = Perseguição religiosa" (entre aqui) e convide
mais pessoas.
Notícias como esta só chegam ao seu conhecimento porque estamos sempre atentos ao que acontece por debaixo dos panos, e seguimos os passos daqueles que querem destruir
a família cristã no Brasil.
Por isso é tão importante contar com seu apoio para disseminar informações como esta a toda população brasileira. Vamos juntos contra os inimigos do Brasil.
Se puder, envie agora sua doação financeira para nos ajudar.
Os ativistas homossexuais contam com polpudas verbas para implantar sua agenda.
Por isso, precisamos muito do seu apoio para evitar que eles tentem nos calar.
Não podemos nos intimidar com ameaças, pois acreditamos num Brasil limpo onde nossos filhos e netos possam ser cidadãos livres para praticar a Lei de Deus.
Faça sua contribuição aqui, pois ela nos move a seguir sempre em frente.
Conto com seu apoio.
Cordialmente,
Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas

20 dezembro 2010

Paquistão: perseguição disfarçada de lei contra a blasfêmia

Entrevista com o advogado que defende os cristãos paquistaneses
WASHINGTON, domingo, 19 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) - As leis chamadas antiblasfêmia no Paquistão atraem periodicamente a atenção internacional, como no caso de Asia Bibi, uma cristã condenada à morte, acusada de blasfemar contra Maomé. Mas essas leis são algo com que os cristãos paquistaneses tiveram de vivem e aguentar por mais de 20 anos.

Várias ONGs em todo o mundo estão tentando ajudar os cristãos no Paquistão, quando são vítimas das leis antiblasfêmia ou do clima geral de discriminação.

22 julho 2010

Absurdo: Perseguição Religiosa em Ribeirão Preto - SP

Caravana Terra de Santa Cruz é atrapalhada por movimento homossexual em Ribeirão Preto - SP. O Programa Nacional de Direitos Humanos poderá generalizar esse tipo de perseguição religiosa no Brasil.