Beleza: caminho para encontrar Deus

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Intervenção do Papa durante a audiência geral de hoje


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 18 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Oferecemos, a seguir, a catequese dirigida hoje pelo Papa Bento XVI, aos peregrinos presentes na audiência geral, realizada na Sala Paulo VI.

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Queridos irmãos e irmãs:
Nas catequeses das semanas anteriores, apresentei alguns aspectos da teologia medieval. Mas a fé cristã, profundamente enraizada nos homens e nas mulheres daqueles séculos, não somente deu origem a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. De fato, durante quase 3 séculos, a partir do século XI, assistiu-se na Europa um fervor artístico extraordinário.

Um antigo cronista descreve assim o entusiasmo e a laboriosidade daquele tempo: “Aconteceu que, no mundo inteiro, mas especialmente na Itália e nas Gálias, começaram a reconstruir as igrejas, ainda que muitas delas, ao estarem em boas condições, não tiveram necessidade desta restauração. Era como uma competição entre um povoado e outro; parecia que o mundo, limpando-se dos velhos trapos, queria revestir-se por todas as partes da veste branca de novas igrejas. Em suma, quase todas as igrejas catedrais, um grande número de igrejas monásticas e inclusive capelas de povos, foram então restauradas pelos fiéis” (Rodolfo o Glabro, Historiarum 3,4).

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Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Antes de mais nada, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um constante aumento da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Além disso, os arquitetos encontravam soluções técnicas cada vez mais elaboradas para aumentar a dimensão dos edifícios, assegurando ao mesmo tempo sua firmeza e a majestosidade.

Contudo, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que se levantaram igrejas abaciais, em que a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade e os fiéis podiam permanecer em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de incessantes peregrinações. Nasceram assim as igrejas e as catedrais românicas, caracterizadas pelo seu desenvolvimento longitudinal, ao longo das naves para acolher numerosos fiéis; igrejas muito sólidas, com muros espessos, abóbadas de pedra e linhas simples e essenciais.

Uma novidade é representada pela introdução de esculturas. Sendo as igrejas românicas o lugar da oração monástica e do culto dos fiéis, os escultores, mais que preocupar-se pela perfeição técnica, cuidaram sobretudo da finalidade educativa. Era necessário suscitar nas almas impressões fortes, sentimentos que pudessem incitar a fugir do vício, do mal e praticar a virtude, o bem. O tema recorrente era a representação de Cristo como juiz universal, rodeado dos personagens do Apocalipse. São em geral as portadas românicas que oferecem esta representação, para sublinhar que Cristo é a porta que conduz ao céu.

Os fiéis, atravessando o limiar do edifício sagrado, entram em um tempo e em um espaço diferentes dos da vida ordinária. Muito além do portal da igreja, os crentes em Cristo, soberano, justo e misericordioso, na intenção dos artistas, podiam provar uma antecipação da felicidade eterna na celebração da liturgia e nos atos de piedade levados a cabo dentro do edifício sacro.

Nos séculos XII e XIII, a partir do norte da França, difundiu-se outro tipo de arquitetura na construção dos edifícios sagrados, a gótica, com duas características novas com relação ao românico, e são o impulso vertical e a luminosidade. As catedrais góticas mostravam uma síntese de fé e de arte harmonicamente expressada através da linguagem universal e fascinante da beleza, que ainda hoje suscita estupor.

Graças à introdução das abóbadas ogivais, que se apoiavam sobre robustos pilares, foi possível subir notavelmente sua altura. O impulso ao alto queria convidar à oração e era em si mesmo uma oração. A catedral gótica queria traduzir, assim, em suas linhas arquitetônicas, o desejo das almas por Deus. Além disso, com as novas soluções técnicas adotadas, os muros perimetrais podiam ser cobertos e embelecidos por vidreiras policromadas. Em outras palavras, as janelas se convertiam assim em grandes figuras luminosas, muito adaptadas para instruir o povo na fé. Nelas – cena a cena – se narrava a vida de um santo, uma parábola ou outros acontecimentos bíblicos. Das vidreiras pintadas se derramava uma cascata de luz sobre os fiéis para narrar-lhes a história da salvação e envolvê-los nesta história.

Outro mérito das catedrais góticas é o fato de que, em sua construção e decoração, de modo diferente, mas coordenado, participava toda a comunidade cristã e civil; participavam os humildes e os poderosos, os analfabetos e os doutos, porque nesta casa comum, todos os crentes eram instruídos na fé. A escultura gótica fez das catedrais uma “Bíblia de pedra”, representando os episódios do Evangelho e ilustrando os conteúdos do ano litúrgico, desde o Natal até a Glorificação do Senhor.

Naqueles séculos, além disso, difundia-se cada vez mais a percepção da humanidade do Senhor, e os sofrimentos da sua Paixão eram representados de forma realista: o Cristo sofredor (Christus patiens) se converteu em uma imagem amada por todos e capaz de inspirar piedade e arrependimento pelos pecados. Não faltavam os personagens do Antigo Testamento, cuja história se converteu em familiar para os fiéis de tal modo, que frequentavam as catedrais como parte da única e comum história da salvação. Com seus rostos repletos de beleza, de doçura, de inteligência, a escultura gótica do século XIII revela uma piedade feliz e serena, que se compraz em emanar uma devoção sentida e filial pela Mãe de Deus, vista às vezes como uma jovem mulher, sorridente e maternal, e principalmente representada como a soberana do céu e da terra, potente e misericordiosa. Os fiéis que lotavam as catedrais góticas queriam encontrar nelas também expressões artísticas que recordassem os santos, modelos de vida cristã e intercessores diante de Deus. E não faltavam as manifestações “leigas” da existência; daí que aparecessem, em um lugar ou outro, representações do trabalho nos campos, das ciências e das artes. Tudo estava orientado e oferecido a Deus no lugar em que se celebrava a liturgia.

Podemos compreender melhor o sentido que se atribuía a uma catedral gótica, considerando o texto da inscrição escrita sobre a porta principal de Saint-Denis, em Paris: “Transeunte, que queres louvar a beleza destas portas, não te deixes deslumbrar nem pelo ouro nem pela magnificência, mas pelo trabalho fatigoso. Aqui brilha uma obra famosa, mas queira o céu que esta obra famosa que brilha faça resplandecer os espíritos, para que, com as verdades luminosas, eles se encaminhem rumo à luz verdadeira, onde Cristo é a verdadeira porta”.

Queridos irmãos e irmãs, quero agora sublinhar dois elementos da arte românica e gótica úteis também para nós.

O primeiro: as obras de arte nascidas na Europa nos séculos passados são incompreensíveis quando não se leva em consideração a alma religiosa que as inspirou. Um artista, que sempre deu testemunho do encontro entre estética e fé, Marc Chagall, escreveu que “os pintores, durante séculos, tingiram seu pincel nesse alfabeto colorido que era a Bíblia”. Quando a fé, de modo particular celebrada na liturgia, encontra-se com a arte, cria-se uma sintonia profunda, porque ambas podem e querem falar de Deus, tornando visível o Invisível. Eu gostaria de compartilhar isso no encontro com os artistas no dia 21 de novembro, renovando-lhes essa proposta de amizade entre a espiritualidade cristã e a arte, augurada pelos meus venerados predecessores, em particular pelos servos de Deus Paulo VI e João Paulo II.

O segundo elemento: as forças do estilo românico e o esplendor das catedrais góticas nos recordam que a via pulchritudinis, a via da beleza, é um percorrido privilegiado e fascinante para aproximar-se do Mistério de Deus. O que é a beleza, que escritores, poetas, músicos, artistas contemplam e traduzem em sua linguagem, senão o reflexo do esplendor do Verbo eterno feito carne?

Santo Agostinho afirma: “Interroga a beleza da terra, interroga a beleza do mar, interroga a beleza do ar amplo e difuso; interroga a beleza do céu, interroga a ordem das estrelas; interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia; interroga a lua, que com sua claridade modera as trevas da noite; interroga as feras que se movem na água, que caminham sobre a terra, que voam no ar: almas que se escondem, corpos que se mostram; visível que se deixa guiar, invisível que guia. Interroga-os! Todos te responderão: Vê-nos: somos belos! Sua própria beleza se dá a conhecer. Esta beleza imutável, quem a criou, senão a Beleza imutável?” (Sermão CCXLI, 2: PL 38, 1134).

Queridos irmãos e irmãs: que o Senhor nos ajude a redescobrir o caminho da beleza como um dos caminhos – talvez o mais atraente e fascinante – para chegar a encontrar e amar a Deus.

[No final da audiência, o Papa cumprimentou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:]

Fruto de uma profunda harmonia entre a fé cristã e a cultura, a Idade Média viu nascer uma das maiores criações artísticas da civilização universal: as igrejas e catedrais românicas e góticas. A partir do século IX, surgem as sólidas construções românicas caracterizadas pelo aumento das dimensões longitudinais e pelas suas abóbadas em pedra com traços simples e essenciais. Nos séculos XII e XIII, chega-se às majestosas catedrais góticas, que se distinguem das românicas pela altura esguia das construções e a sua luminosidade. O objetivo era traduzir, através das suas linhas arquitetônicas, o desejo de Deus no coração do homem. Contemplando a força do estilo românico e o esplendor do gótico, adentramo-nos na senda da beleza, que é um caminho privilegiado e fascinante para nos aproximar do Mistério de Deus.

A minha saudação a todos peregrinos de língua portuguesa, com uma bênção particular para o grupo vindo do Brasil. Que Nossa Senhora vos acompanhe e ampare na caminhada da vida e no crescimento cristão, conservando a vós e a quantos vos são queridos na perene amizade de Deus.



[Tradução: Aline Banchieri.

©Libreria Editrice Vaticana]

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Agora segue as perguntas lançadas por Carlos da Tradição Católica:


Pergunto, então. Na sua paróquia:


1 - A igreja é bela?


2 - Ela induz à dignidade e solenidade litúrgicas?


3 - Pode ser encontrado o silêncio necessário à oração?


4 - Vitrais e imagens educam os fiéis?


5 - Tem-se a nítida percepção de espeço sagrado (diferente do da rua) e mais sagrado (o presbitério)?


6 - É evidente que se trata de uma igreja católica?


7 - É evidente que se trata daquilo que o Espírito Santo construiu ao longo de dois mil anos (em oposição a algo inventado agora)?


8 - No caso de ser uma igreja antiga, foram preservados os altares originais?


9 - Foram preservados e em que medida são usados os elementos originais (sacrário, mesa de comunhão, ambões altos, altares, etc.)?


10 - No caso de ser uma igreja nova, é possível nela a celebração ad orientem?

MAIOR AMOR DO MUNDO!

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Recebido por Clarissa via e-mail
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Queridos e queridas!
Paz e Bem!

Este vídeo que recebi e lhes encaminho trata do primeiro tema do Kerigma: O Amor do Pai.
Melhor dizendo, dos três primeiros temas: O Amor do Pai, o Pecado do homem e a Salvação em Jesus.
Tudo em parábola...

Eu não diria que o vídeo



é mais um "melodrama",mas seguramente uma "Parábola moderna"! :)

E muito tocante :conseguimos nos colocar no lugar do Pai para aproximar um pouquinho uma " pálida e frágil idéia" do quanto Deus nos amou entregando Seu Único Filho!

É preciso, para que o vídeo não se configure em "um drama terrível e cruel só para nos fazer chorar", que rapidamente projetemos a situação ao grau máximo, à mensagem central: a Salvação em Cristo Jesus.
Até porque eu nem sei o que dizer (se alguém souber...por favor) quanto a questão moral da atitude do pai(no vídeo): se ele agiu, enquanto pai....corretamente.Qual seria a orientação?

Por isso é que o vídeo é para ser assitido observando a "história de dentro", de fundo....

Que possamos nos sentir amados pelo MAIOR AMOR DO MUNDO!
Profundamente amados!Infinitamente amados! Plenamente amados!
Sem reservas ou condições.Por um Amor transbordante.....

incompreensível,inimaginável, imensurável!

(é melhor ver o vídeo e depois continuar a ler a msg ;) Sério... :)
Num primeiro momento...confundimos o pai com o velho Abraão e seu Isaac....depois fica bem claro que o Anjo de Moriá não aparecerá e que o filho é o Cristo!

Ah.... Quanto Amor! Desmedido Amor!

Santo Antônio chega a dizer: "O amor a nós O prendeu tão intimamente à nossa natureza que O fez descer até nossa miséria, como se no Céu já não pudesse permanecer sem nós...." Que coisa linda.....

E Santo Afonso:

"Apareceis no meio de nós
ORA COMO UM MENINO NO PRESÉPIO,
ORA COMO POBRE OPERÁRIO NUMA OFICINA;
AQUI COMO CRIMINOSO NUM PATÍBULO,
ALI COMO PÃO SOBRE O ALTAR.
DIZEI-ME, JESUS:
QUE MAIS PODEREIS INVENTAR PARA QUE VOS AMEM?
DEUS INFINITAMENTE AMÁVEL,
QUANDO COMEÇAREI EM VERDADE A CORRESPONDER A TANTAS FINEZAS DE AMOR?
SENHOR, NÃO QUERO MAIS VIVER SENÃO PARA VOS AMAR E A VÓS SOMENTE."

E Santa Teresa D'Ávila: "quando penso nos sofrimentos que o Senhor suportou sendo INTEIRAMENTE INOCENTE,não sei de onde vem à cabeça lamentar-me dos meus sofrimentos"

Banhemo-nos no Mar do Infinito Amor de Deus!
E que sejamos refeitos, renovados, purificados,curados, revigorados para serví-Lo e amá-Lo,
especialmente nos mais pobrezinhos ,inocentes e mal amados.

[]s
Clarissa


COMUNICADO URGENTE!

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COMUNICADO de Rozangela Justino À SOCIEDADE BRASILEIRA:

Informo à sociedade brasileira que não mais atenderei as pessoas que desejam deixar a homossexualidade. Embora desenvolva este trabalho desde 1988, tanto em meu consultório quanto em instituições de apoio, reconheço que não devo ignorar a Resolução nº 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, ainda que a OMS-Organização Mundial da Saúde -, através da sua publicação oficial, CID 10, deixe claro que é possível procurar apoio terapêutico para mudança da orientação sexual homossexual em caso desta ser egodistônica, ou seja, quando a homossexualidade, fora de sintonia com o próprio eu, leva a pessoa a um estado de sofrimento psíquico. O transexualismo e o travestismo também são considerados transtornos de identidade sexual, além do transtorno de identidade sexual na infância, onde o pai ou responsável pode procurar tratamento, segundo a CID 10, que pode ser encontrada em qualquer livraria e também baixada através da internet. Trabalho de acordo com as orientações da OMS e também de conformidade com as correntes teóricas das escolas da psicologia; entretanto, de acordo com a Resolução 01/99, nenhum psicólogo pode ajudar as pessoas que voluntariamente procuram apoio para superar os transtornos psíquicos ligados à atração pelo mesmo sexo. Diante disso, decidi interromper o atendimento às pessoas que pretendem superar os pensamentos, desejos e comportamentos homossexuais, enquanto a Resolução 01/99 estiver vigente.

Ressalto que tenho sido perseguida por muitos ativistas gays e punida pelo Conselho Federal de Psicologia exatamente por ajudar aqueles que desejam abandonar a homossexualidade. Além disso, tenho recebido diversas ameaças de morte. Certamente, já comuniquei às autoridades a respeito de tais ameaças. Contudo, alguns militantes homossexuais estão decididos a fazer com que o CFP cace o meu registro profissional e impeça que eu continue exercendo a profissão de psicóloga, a qual eu tanto amo. Nesse contexto, informo a todos que as circunstâncias obrigam a minha decisão de não mais auxiliar aqueles que voluntariamente buscam um modo diferente de pensar, sentir e vivenciar a sexualidade. Apesar disso, deixo claro que não estou conformada com essa situação. De fato, tenho lutado para mudar tudo isso, de modo que as pessoas tenham o direito de ser quem elas quiserem e de viverem a sexualidade de acordo com o que elas mesmas decidirem, e é inegável que muitas não desejam se conformar com a sua condição homossexual. Afinal, está provado, até então, que ninguém nasce gay, e ainda que seja encontrada comprovação genética para a homossexualidade é inegável a procura de auxílio por parte de muitas pessoas para efetivar as mudanças que elas mesmas desejam em suas vidas e deveriam ter profissionais para apoiá-las e o direito de apoiar e ser apoiado, garantidos.

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Estou lutando para mudar essa situação, mas não conseguirei suportar as ameaças e agressões dos ativistas gays nem serei capaz de enfrentar as decisões dos Conselho Federal de Psicologia sem a ajuda daqueles que também não se conformam com tudo o que está acontecendo. Estou gradativamente encerrando as minhas atividades no Consultório e desde a minha punição junto ao CFP não mais recebo pacientes novos, a não ser para algumas sessões de EMDR, somente para os indicados por pessoas da minha relação pessoal que insistirem em realizar este procedimento comigo. É com grande tristeza que compartilho esta decisão muito pensada, pois apoiar pessoas desconhecidas está sendo um fator de risco para mim, especialmente no consultório. Reafirmo que não estou conformada e continuarei lutando, se você estiver participando comigo desta luta, pois me encontro amordaçada, mas você não - o meu processo está sendo julgado na justiça. Você poderá fazer com que o direito de apoiar e ser apoiado seja garantido pela sociedade e poder público. Continue atento a esta mensagem.

A SITUAÇÃO TENDE A PIORAR SE O PLC 122/2006 for aprovado, além de outras propostas legislativas pró-homossexualismo. Infelizmente, ativistas gays estarão na próxima semana no SENADO FEDERAL (Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa) para julgar o PLC 122/2006, já aprovado na semana passada na Comissão de Assuntos Sociais, numa sessão extra que surpreendeu a todos. Estão apressando a aprovação deste PLC ainda este ano no Senado e na Câmara para onde retornará. Sensibilizaram os Senadores da casa e os cristãos que Deus ainda não abriu o entendimento acerca dos perigos deste PLC, ainda que tenham incluído idosos, religiosos, portadores de necessidades especiais, ... Na Constituição Federal os direitos dos religiosos, por exemplo, já estão inclusos e não é respeitado. Na atualidade o politicamente correto é o apoio somente às religiões Afros, além do movimento gay. É só uma questão de tempo para que eles dominem e nenhum outro direito seja respeitado, nem o dos religiosos, nem o dos portadores de necessidades, especiais, idosos, religiosos ou qualquer outro. Quanto aos cristãos católicos e evangélicos, com a aprovação deste PLC, serão os mais perseguidos; os profissionais que professarem a fé cristã estarão desqualificados e ameaçados, como eu, ainda que em meu processo há razões jurídicas para a sua anulação e científicas para realizar o trabalho de apoio a pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade.

Diante do exposto, sou totalmente contra qualquer Projeto de Lei de ação afirmativa do movimento gay e de lésbicas, ainda que incluam neles dispositivos de medidas protetivas para idosos, portadores de necessidades especiais, negros, religiosos e outros, simplesmente pelo fato de ELES NÃO SEREM PARA DEFENDER OS DIREITOS destes e nem mesmo das pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo, e muito menos para garantir o direito daquelas que desejam abandonar o comportamento homossexual. Se num Projeto de Lei do idoso, como o da pesca que a bancada evangélica e católica derrotou há alguns meses, estiver inclusas palavras tais como ORIENTAÇÃO SEXUAL, IDENTIDADE DE GÊNERO, LIVRE EXPRESSÂO DA ORIENTAÇÃO SEXUAL e outras, inventadas pelos ativistas do movimento de gays e lésbicas ou de interesses deles, saibam que estão a serviço de interesses internacionais com finalidades políticas e econômicas. Precisamos de reunir documentos que tenham credibilidade jurídica para alicerçar a pressão que precisamos fazer no Congresso Nacional para a instauração da CPI destes movimentos sociais, como também a dos Conselhos de Psicologia. Quem tiver tais documentos faça contato comigo. Portanto, não sejamos ingênuos! Querem amordaçar todo o cidadão brasileiro que tiver opinião diferente da do movimento homossexual - os que pensam diferente receberão o CARIMBO de discriminadores, preconceituosos, homofóbicos e outros adjetivos para desqualificá-los.

Recomendo os 7 (sete) passos a seguir:

1º) FALE COM OS SENADORES através do AlÔ SENADO: 0800612211 para votarem “NÃO” no PLC 122/2006. Envie também seu e-mail. Se você participar de alguma ONG, for líder de igrejas, diga para os parlamentares quantos você representa em sua associação. Ao telefonar para o 0800 61 22 11 peça para os Senadores da Comissão de Direitos Humanos dizerem “NÃO” ao PLC 122/2006, incluindo os Senadores do seu Estado. Denuncie a enquete do PLC 122/2006, onde a pessoa limpando o histórico do seu computador consegue votar várias vezes. Eles já estão dizendo que nós estamos adulterando a enquete e na verdade o próprio Senado criou esta enquete que parece não ser séria, pois já deu vários problemas e já emitiram um resultado da pesquisa adulterado. Portanto, denuncie-a através do site do Senado e cesse as votações. Se você puder estar no Senado na semana que vem e participar desta audiência pública e levar faixas de protesto ao PLC 122/2006 será ótimo, mas seja discreto, silencioso e não cause tumulto no Senado Federal. Possivelmente esta votação será na terça-feira. E-mails dos Senadores, abaixo;

2º) FALE COM OS DEPUTADOS do seu Estado e os Federais pedindo a intervenção deles. A CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS fica próxima ao SENADO. Peça ao seu Deputado para participar da audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado e dizer “NÃO” ao PLC 122/2006, ainda que pareça “bom aos olhos”. Disque Câmara: 0800 619 619. Entre no site da Câmara e envie uma mensagem para o seu Deputado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado Clique em SOLICITE; no espaço para o DESTINATÁRIO DA MENSAGEM. No final do rolamento, selecione TODOS – se retiraram esta opção, você pode enviar e-mail para o(s) seu(s) Deputado(s);

3º) FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA e CATÓLICA: tenho alguns e-mails de católicos e de toda a evangélica – veja abaixo. A grande verdade é que os Deputados evangélicos, de forma geral, infelizmente, pouco se mobilizam para estas questões, com raras exceções. As eleições estão às portas. Queremos saber se eles estarão nos representando de verdade no Congresso Nacional ou se precisaremos eleger outros representantes. Telefone para os do seu Estado. A Senadora Marina quer se candidatar a Presidência da República – ela precisa se posicionar, pois ainda não sabemos se podemos contar com a firmeza dela quanto a este tema;

4º) CONSELHOS DE PSICOLOGIA: escreva cartas para os Conselhos Regionais e Federal de Psicologia e peça para os Conselheiros anularem a RESOLUÇÃO 01/99. Envie cópia da sua carta para a Caixa Postal 106.075 – Niterói, RJ CEP 24.230-970 aos meus cuidados ou para todos os e-mails ao mesmo tempo: rjustino@urbi.com.br; rozangelajustino@abraceh.org.br; rozangelalvesjustino@ig.com.br; rozangelajustino@gmail.com

Os e-mails dos Conselhos de Psicologia estão no final desta mensagem;

5º) Manifeste o seu apoio ao Decreto Legislativo número PDC 1640/2009, que o Dep. Paes de Lira – PTC-SP apresentou na Câmara dos Deputados Federais, para que sejam sustados os parágrafos 3º e o 4º da Resolução nº 01/99. Siga as orientações acima para falar com os Deputados. Aproveite para agradecer ao nobre Deputado esta iniciativa em prol da pessoa que se encontra em estado de sofrimento psíquico e deseja deixar a homossexualidade. O e-mail do Deputado Paes de Lira é: dep.paesdelira@camara.gov.br ;

6º) Encoraje psicólogos a se candidatarem nas próximas eleições em seus respectivos Conselhos Profissionais para anularem a Resolução nº 01/99, do CFP, e não deixarem os que estão no poder trabalharem contra a psicologia, em prol do politicamente correto, pois existem muitas teorias e técnicas psicológicas que verdadeiramente estão a serviço do apoio ao ser humano para que ele tenha melhor qualidade de vida; da mesma forma os Assistentes Sociais pró-vida e família precisam se candidatar às eleições em seus Conselhos, pois têm Resolução semelhante;

7º) Procure o Ministério Público Federal da sua cidade, setor de interesse do cidadão. Ele é pago pelos cofres públicos para ser o seu Procurador e irá recebê-lo. Diga-lhe que você deseja apoio para deixar a condição homossexual ou para seu familiar, mas que a Resolução 01/99 do CFP impede profissionais da Psicologia de apoiá-lo para efetivar as mudanças que você deseja. Peça a intervenção do Ministério Público Federal, que é o FISCAL DA LEI para a garantia do seu direito.

OS E-MAILS ESTÃO ABAIXO – mãos à obra! Exerça a sua cidadania, divulgue amplamente esta mensagem e que Deus nos abençoe a todos, em nome de JESUS!

Rozangela Justino http://rozangelajustino.blogspot.com

RELAÇÃO DOS E-MAILS - envie as mensagens em blocos e não para todos ao mesmo tempo, para ficar mais garantida a chegada delas:

A) FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA:

frenteparlamentarevangelica@gmail.com; dep.dr.adilsonsoares@camara.gov.br; dep.andreiazito@camara.gov.br; dep.antoniobulhoes@camara.gov.br; dep.antoniocruz@camara.gov.br; dep.aroldeoliveira@camara.gov.br; dep.bispogetenuta@camara.gov.br; dep.carloswillian@camara.gov.br; dep.cleberverde@camara.gov.br; dep.davialvessilvajunior@camara.gov.br; dep.dr.nechar@camara.gov.br; dep.eduardocunha@camara.gov.br; dep.fatimapelaes@camara.gov.br; dep.filipepereira@camara.gov.br; dep.flaviobezerra@camara.gov.br;

dep.chicoabreu@camara.gov.br; dep.franciscorossi@camara.gov.br; dep.georgehilton@camara.gov.br; dep.geraldopudim@camara.gov.br; dep.gilmarmachado@camara.gov.br; dep.henriqueafonso@camara.gov.br; dep.takayama@camara.gov.br; dep.irisdearaujo@camara.gov.br; dep.joaocampos@camara.gov.br; dep.joaooliveira@camara.gov.br; dep.jurandyloureiro@camara.gov.br; dep.leonardoquintao@camara.gov.br; dep.lincolnportela@camara.gov.br; dep.lindomargarçom@camara.gov.br; dep.manato@camara.gov.br;

dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br; dep.marcosantonio@camara.gov.br; dep.mariodeoliveira@camara.gov.br; dep.natandonadon@camara.gov.br; dep.neiltonmulin@camara.gov.br; dep.neucimarfraga@camara.gov.br; dep.onyxlorenzoni@camara.gov.br; dep.pauloroberto@camara.gov.br; dep.rodovalho@camara.gov.br; dep.sabinocastelobranco@camara.gov.br; dep.silascamara@camara.gov.br; dep.walterpinheiro@camara.gov.br;

andrezacharow@camara.gov.br; dep.antoniocarloschamariz@camara.gov.br; dep.manato@camara.gov.br; dep.cleberverde@camara.gov.br; dep.elizeuaguiar@camara.gov.br; dep.majorfabio@camara.gov.br; dep.bispogetenuta@camara.gov.br; dep.leovivas@camara.gov.br; dep.jeffersoncampos@camara.gov.br; jorgetadeumudalen@camara.gov.br; dep.zequinhamarinho@camara.gov.br; dep.zevieira@camara.gov.br; dep.capitaoassumcao@camara.gov.br; dep.marciomarinho@camara.gov.br; dep.sabinocastelobranco@camara.gov.br; dep.ricardoquirino@camara.gov.br; dep.dr.nechar@camara.gov.br; dep.sergiobrito@camara.gov.br; dep.silasbrasileiro@camara.gov.br; pastorpedroribeiro@hotmail.com

Senadores evangélicos e Deputados Católicos:

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B) E-MAILS DE TODOS OS SENADORES:

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C) E-MAILS DOS CONSELHOS FEDERAL E REGIONAIS DE PSICOLOGIA:

federal@pol.org.br; cotec4@bol.org.br; gerenciageral@bol.org.br; crp-01@crp-01.org.br; atendimento@crp-01.org.br; crpacre01@brturbo.com.br; crpmanaus@vivax.com.br; crp01ro@brturbo.com.br; crp01rr@technet.com.br;
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Sertão e Fé

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Adveniat Regnum tuum!

Estive semana passada a trabalho na cidade de Salgueiro-PE, e procurei a matriz da cidade para participar da Santa Missa. Minha grande surpresa e alegria foi ver a Igreja cheia em plena TERÇA-FEIRA. Fiquei impressionado com a grande quantidade de pessoas que não paravam de chegar a todo momento antes do início da Santa Missa. A cidade encontra-se bem no meio do sertão pernambucano, e estava um calor insuportável, mas mesmo assim de 19h a Igreja estava lotada de fiéis, como podemos ver nas fotos abaixo:

Ao ver as fotos, me lembrei de uma música:

Deus e eu no sertão
Composição: Victor Chaves

Nunca vi ninguém
Viver tão feliz
Como eu no sertão

Perto de uma mata
E de um ribeirão
Deus e eu no sertão

Casa simplesinha
Rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir

Deus e eu no sertão

Das horas não sei
Mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão

Trabalho cantando
A terra é a inspiração
Deus e eu no sertão

Não há solidão
Tem festa lá na vila
Depois da missa vou
Ver minha menina

De volta pra casa
Queima a lenha no fogão
E junto ao som da mata
Vou eu e um violão



Senado prestes a aprovar perseguição religiosa

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Votem nesta enquete do Senado:

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0



Extraído de http://www.reinodavirgem.com.br/fe-e-politica/perseguicaosenado.html

Senado prestes a aprovar perseguição religiosa

Autor: Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz - Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900Caixa Postal 45675024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
Publicação original: 09 de Março de 2007
Saiba mais: Catecismo da Igreja Católica, 2357; 1901-1903.

Está pronto para votação no Senado Federal o Projeto de Lei PLC 122/2006. A proposta, iniciada na Câmara com o número PL 5003-B, de 2001, pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo. Além dos direitos previstos na Constituição para todas as pessoas, o homossexual, pelo simples fato de ser homossexual, ganhará privilégios.

O homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta, será tratado como criminoso. Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos. Vejamos alguns exemplos:

- A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ("manifestação de afetividade") por homossexuais (art. 7°).


- Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

- A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, ("ação […] constrangedora […] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica").

- A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

- O projeto, aprovado na Câmara em 23/11/2006, agora está em tramitação no Senado Federal. Mais especificamente, o projeto está para ser votado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), de parecer FAVORÁVEL à proposta em 7/3/2007.

O projeto está pronto para a pauta e poderá ser votado (e aprovado) a qualquer momento. Se convertido em lei (como tanto deseja o presidente da República), estará instaurada no Brasil uma perseguição religiosa sem precedentes causada pela tirania do homossexualismo. Lamentavelmente, os brasileiros, incluindo as autoridades, não despertaram para a gravidade da situação.

Qualquer cidadão pode-se manifestar sobre o assunto com os senadores de seu estado, clicando em:

www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*)

Amanhã pode ser tarde demais. O texto do projeto pode ser visto:

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604

Un infierno "light"

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Existen cristianos “light” que son partidarios de un infierno “light”: sin pena de daño, sin pena de sentido, sin eternidad y/o sin habitantes

Autor: P. Carlos M. Buela, IVE | Fuente: www.iveargentina.org

Así como hay cerveza sin alcohol, café sin cafeína, sal sin sodio, azúcar sin glucosa, tabaco sin nicotina, hombres sin sustancia y sin humanidad, o sea, “sin fundamento, sin misión, sin fin último” (1); y estos son todos productos “light”; así existen, también, cristianos “light” que son partidarios de un infierno “light”.

Nos podemos preguntar, ¿qué es un infierno “light”? Es un “infierno” carenciado. Es un infierno “liviano”: sin pena de daño, sin pena de sentido, sin eternidad y/o sin habitantes. Sobre la base de estas cuatro carencias las variantes son muchas y las hay para todos los gustos. Algunos son plenamente “light” y sostienen las cuatro negaciones, otros son más medidos y aceptan sólo algunas variantes “light” o les ponen atenuantes.

En muchos textos de la Sagrada Escritura se fundamentan las verdades reveladas acerca del infierno. Pero, para mi intento, son suficientes tan sólo dos mitades de dos versículos. Se enseña la pena de daño, o sea, la privación de la vista de Dios, en “Apartaos de mí, malditos,…” (Mt 25, 41); la pena de sentido, o sea, el sufrimiento que proviene de cosas sensibles, en “ …id al fuego…” (id); la eternidad de las penas, que no terminarán jamás, en “…eterno.” (id); y acerca de sus habitantes: “Éstos irán al castigo eterno…” (Mt 25, 46). Para los que tenemos el convencimiento de que la Biblia es Palabra de Dios, no son necesarios más textos.

Las cuatro negaciones acerca del infierno:

1. La privación de la vista de Dios o pena de daño

2. El castigo infligido a las creaturas o pena de sentido

3. La eternidad de las penas

4. El infierno “vacío”

En fin, no nos alcanzará la vida presente, ni aún la eternidad, para dar gracias a Jesucristo que “de Creador es venido a hacerse hombre, y de vida eterna a muerte temporal, y así a morir por mis pecados”108.

Nunca agradeceremos suficientemente la paciencia de Dios con nosotros que, por estar en vida, todavía tenemos la esperanza de conversión. Podríamos haber terminado nuestra existencia en esta tierra estando en pecado y Él no lo permitió.

Debemos seguir pidiendo, todos los días de nuestra vida, la gracia de las gracias, la gracia de la perseverancia final, como lo hacemos en cada Avemaría: “Ruega por nosotros, pecadores, ahora y en la hora de nuestra muerte”.

Y mucho más inteligente que proponer dudas acerca del infierno, las cuales por otra parte hace siglos que han sido resueltas por los Santos Padres y Doctores, vivamos de manera que no vayamos a ir a él. Que siempre será verdad, “Que al final de la jornada/ el que se salva sabe/ y el que no, no sabe nada”.


  • Consultorios en línea. Dudas personales, asesoría doctrinal y espiritual, vocacional, problemas familiares…

  • Foros de Catholic.net

  • Notas:

    1 Cf. Dr. Mario Caponetto, La Kábala y el gnosticismo, AICA, nº 2063, 3 de julio de 1996, p. 21. Antes les decíamos “tilingos”.

    Sofismas

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    Por Côn. Henrique Soares da Costa


    “Sofisma”, segundo o Aurélio, é um “argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má-fé por parte de quem o apresenta”; “argumento falso formulado de propósito para induzir outrem a erro”; “engano, logro, burla, tapeação”. Permita-me, paciente leitor(a), apresentar-lhe três sofismas bem fresquinhos.



    Sofisma 1

    Na polêmica em torno das experiências com células-tronco a custo do assassinato de embriões humanos, muito se disse contra a Igreja. O mesmo dir-se-á quando o Governo Lula tentar aprovar o aborto no Brasil (a questão das células-tronco foi apenas um ensaio). Mete-se a ripa na Igreja também quando esta se coloca de modo crítico quanto ao reconhecimento civil da união entre homossexuais como sendo um “casamento”. Acusou-se essa bruxa velha de medieval, obscurantista e de querer impor seus pontos de vista reacionários aos não-católicos e não-crentes. Pura lorota. A Igreja não está querendo impor nada a ninguém nem é contra ninguém. A questão é de outra ordem.

    [Continue Lendo]

    Todas essas questões polêmicas são de ordem moral e dizem respeito ao modo como uma sociedade humana se compreende, se articula e delineia o seu futuro. Aqui estão envolvidas questões seríssimas: Que é a vida humana? Quando se inicia? Qual a sua dignidade? Quanto vale? Quem, quando e como deve protegê-la? Qual o sentido do sofrimento e da dor? Que é a família? Qual a sua função? Sobre quais valores se assenta? Qual a relação entre a família e o conjunto da sociedade? Qual o papel da família na geração e educação dos seres humanos, membros de uma sociedade e portadores de uma dignidade e de direitos inalienáveis?

    Note-se não se trata simplesmente de moral cristã, mas de uma ética que envolve qualquer ser humano decente e qualquer sociedade humana que deseje manter o mínimo de dignidade e responsabilidade quanto ao seu futuro. Ninguém pode ficar isento de tentar dar respostas a essas questões. E são questões que marcarão o destino e a qualidade de toda a nossa sociedade.

    Ora, a Igreja é portadora de uma mensagem, aquela de Jesus Cristo. Essa mensagem contém fortíssimas implicações morais às quais ela não pode renunciar sem ser infiel ao seu Senhor. É verdade que os cristãos não podem e não devem impor sua moral ao conjunto da sociedade, mas podem e devem manifestar-se e procurar fazer-se ouvir na busca da construção de uma ética civil, ou seja, um mínimo ético comum à grande maioria da sociedade.

    Em que se basearia tal ética? Na busca de auscultar a consciência, no respeito pelo mais fraco, na afirmação do valor inalienável da vida humana, na renúncia ao utilitarismo como critério último de ação e avaliação, na busca honesta da superação de um subjetivismo descomprometido com o bem comum e com o interesse da coletividade. São alguns critérios.

    Os nossos deputados, brincando de deus, aprovaram os experimentos que matarão embriões humanos. A Igreja continuará afirmando que não concorda. Não impõe seu parecer, mas dialoga e explica seus motivos. É seu direito e seu dever. Quem não gostar dela, paciência. Mas ninguém tem o direito de calá-la. É questão de ser fiel ao Cristo, não de ser popular ou agradar à maioria...

    Sofisma 2

    O Fantástico, da Rede Globo, mostrou, no Domingo passado, uma pesquisa ampla para convencer que a Igreja não tem o apoio da Igreja. Explico-me: a Igreja oficial estaria sozinha na defesa de seus retrógrados princípios morais. A grande maioria dos católicos é a favor do aborto, dos preservativos, das relações pré-matrimoniais, da pesquisa com células-tronco embrionárias, do “casamento gay”. É a hierarquia que é quadrada e obscurantista. Eis o que a Globo quis passar.

    Convém recordar que a verdade não é questão de maioria. Para os cristãos, a Verdade é Cristo e vive-se na Verdade quando se vive o seu Evangelho. Ora, não é o Cristo que deve se converter ao mundo, mas o mundo que se deve abrir ao Evangelho. Quando Jesus disse ser o Pão da vida, a grande maioria dos discípulos o abandonou. Mas, o Senhor não fez pesquisa de opinião para mudar sua doutrina. Muito pelo contrário: “Vós também quereis ir embora?”

    Além do mais, católico não é quem diz que é católico. Católico é aquele que, com humildade e esforço, procura deixar seu pensamento mundano para abraçar o pensamento de Cristo. O católico é aquele que vai à Missa aos domingos, que se esforça para viver o Evangelho, que se engaja na vida da comunidade dos irmãos em Cristo e que crê que a Igreja é conduzida pelo Espírito do Cristo ressuscitado. Esses católicos não são da turma que o Fantástico entrevistou, católicos de certidão de batismo, de missa de sétimo dia e de formatura. Porque a Igreja não é dona, mas serva da Verdade, porque não possui a Verdade, mas é por ela possuída, não voltará atrás por temor de pesquisas de opinião. Ela, nossa Mãe católica, somente deve ter medo de uma coisa: de ser infiel ao seu Senhor! Se a Globo – como a Veja, a IstoÉ, a Época e cia – pretendeu pressionar ou intimidar a Igreja, perdeu tempo, verbo e dinheiro...

    Sofisma 3

    Após a aprovação da pesquisa que matará embriões humanos, uma “cientista” afirmou, triunfante, no Jornal Nacional: “Saímos da Idade Média para a era tecnológica!” Com tristeza, podemos constatar o seguinte: essa senhora não sabe um dedo de história! A Idade Média não é o que ela insinuou. Não é Idade das trevas, não é Idade contrária à razão, não é Idade contrária ao progresso. Somente os estúpidos, com vocação para papagaio – eterno repetidores do que não sabem – podem afirmar isso. Ainda com tristeza constatamos a ilusão de pensar que entramos, de salto, na era tecnológica porque vamos pesquisar assassinando vidas humanas. Os meios de comunicação têm criado um mito em torno das promessas das células-tronco embrionárias. Vamos ver o que a dura realidade mostrará... Pena que à custa de vidas inocentes... Mas, o mais triste mesmo, é essa “cientista” considerar um progresso louvável sacrificar vidas humanas. Pobre civilização, a nossa, construída sobre tais valores.

    JESUS PASSOU OU NÃO 3 DIAS E 3 NOITES NO TÚMULO?

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    Por This Rock Magazine - Março/1990


    Tradução: Carlos Martins Nabeto

    Fonte: Catholic Answers - http://www.catholic.com
    - Se Cristo morreu na Sexta-Feira e ressuscitou no Domingo, como pode a Bíblia dizer que Ele permaneceu no túmulo por três dias e três noites antes de sua ressurreição (Mateus 12,40; Marcos 8,31)? (Anônimo)

    Cristo morreu por volta das três horas da tarde da Sexta-Feira e foi colocado no túmulo pouco tempo depois. A ressurreição ocorreu no início do Domigo. Portanto, na Sexta-Feira, ele ficou cerca de 9 horas no túmulo (conforme o cômputo moderno); no Sábado, permaneceu as 24 horas; e, no Domingo, cerca de 6 horas. Ou seja, menos que as 72 horas necessárias para termos três dias e [três] noites plenos.

    Há contradição aqui? Não, porque os antigos judeus computavam como um dia pleno qualquer parte de um dia; com efeito, "três dias e três noites" (que hoje tem o mesmo significado que "três dias") podia ser tão curto quanto 24 horas e mais alguns segundos (se naquele tempo existissem relógios capazes de registrar os segundos).

    No nosso jeito de computar as coisas, entre a hora de almoço de hoje e a hora de almoço de amanhã, teríamos 1 dia. Mas os antigos judeus computariam isto como 2 dias, uma vez que incluiriam as partes de 2 dias distintos [=12 horas de hoje mais 12 horas de amanhã].

    Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).

    Para citar este artigo:

    MARÇO/1990, This Rock Magazine -. Apostolado Veritatis Splendor:
    JESUS PASSOU OU NÃO 3 DIAS E 3 NOITES NO TÚMULO?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5819. Desde 29/10/2009.

    Itália: Proibição de crucifixo em escolas causa indignação

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    ROMA (Reuters) - A determinação da Corte Europeia de Direitos Humanos na terça-feira de proibir que as escolas italianas mantenham os crucifixos nas salas de aula causou indignação na Itália, onde esses símbolos religiosos fazem parte da psiquê nacional.

    "A decisão da corte europeia foi recebida no Vaticano com choque e tristeza", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

    "É errado e uma miopia tentar excluí-lo (o crucifixo) do mundo da educação", disse ele, somando-se à indignação que a decisão desencadeou na Itália católica romana.
    A sentença da corte, da qual a Itália informou que vai apelar, determina que crucifixos nas paredes das escolas, algo comum na vida italiana, poderiam perturbar crianças que não sejam cristãs.

    [Continue Lendo]

    A Itália vive um conturbado debate sobre como lidar com uma crescente população de imigrantes, na maioria muçulmanos, e a sentença da corte provavelmente se tornará um novo grito de guerra na política do governo de centro-direita para restringir a vinda de estrangeiros.
    "Essa é uma decisão abominável", disse Rocco Buttiglione, ex-ministro da Cultura que ajudou a redigir encíclicas papais.

    "Tem de ser rejeitada com firmeza. A Itália tem sua cultura, suas tradições e história. Aqueles que vêm viver entre nós têm de compreender e aceitar esta cultura e esta história", disse ele.

    O porta-voz do Vaticano disse que era triste que o crucifixo possa ser considerado um símbolo de divisão e disse que a religião ofereceu uma contribuição vital à formação moral das pessoas.
    Membros do governo do primeiro-ministro Silvio Berlusconi se enfureceram, usando palavras como "vergonhoso", "ofensivo", "absurdo", "inaceitável" e "pagão".

    GOLPE MORTAL
    O ministro de Relações Exteriores, Franco Frattini, disse que a corte deu um "golpe mortal em uma Europa de valores e direitos", acrescentando que isso foi um mau precedente para outros países.

    A ministra da Educação, Mariastella Gelmini, disse que os crucifixos nas paredes de dezenas de milhares de salas de aula "não significam adesão ao catolicismo", mas são um símbolo da herança da Itália.

    Pelo menos uma garota muçulmana discordou da corte.
    "Se o crucifixo está lá e eu sou muçulmana, vou continuar a respeitar a minha religião. Jesus na sala de aula não me incomoda", disse Zenat, uma menina de 14 anos de origem egípcia, em declaração à Reuters TV.
    Duas leis italianas dos anos 1920, quando os fascistas estavam no poder, determinam que as escolas devem ter os crucifixos nas paredes.
    Alessandra Mussolini, neta do ditador fascista Benito Mussolini, disse que decretos como este estavam levando a uma "Europa sem identidade".

    Apenas um punhado de políticos defendeu a corte, incluindo membros do Partido Comunista e de grupos ateus.

    (Reportagem adicional de Crispian Balmer em Paris e Antonio Denti em Roma)

    PT, definitivamente, abortista

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    Para aqueles que ainda duvidam que o Partido dos Trabalhadores (PT) é defensor da legalização do aborto no Brasil, aqui vão mais algumas provas:


    Vem sendo proposta na Câmara dos Deputados a instalação da CPI do Aborto, criada em 8 de Dezembro de 2008 e que na prática "ainda não existe", "para investigar quem está financiando a promoção do aborto no Brasil e qual o envolvimento do governo nesta agenda internacional [...]. Se instalada, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) descobriria facilmente não apenas que há um projeto internacional interessado em promover o aborto no Brasil mas que, mais ainda, a partir do momento em que chegou ao poder, a cúpula do Partido dos Trabalhadores, contrariando suas próprias bases eleitorais e os interesses que afirma representar, quis transformar-se no principal aliado deste projeto que pretende negar a personalidade jurídica antes do nascimento, remover completamente todos os tipos de aborto do Código Penal, reconhecer o aborto como um novo direito humano e tornar a prática totalmente livre em qualquer momento da gestação"(sdv@pesquisasedocumentos.com.br - A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA).

    Sobre a instalação dessa CPI, afirma o Diretório Nacional do PT (Leia aqui o texto completo): "O impasse envolve acusações de perseguição e volta à Inquisição, de um lado, e de omissão ante a prática ilegal e do contrabando de drogas abortivas, do outro".

    Diz ainda que: "o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, é contrário a CPI do Aborto e reafirma o compromisso de luta pela descriminalização do aborto e em defesa da igualdade e autonomia das mulheres sobre seu corpo e sua vida."

    "Por causa desta e de outras atividades em defesa da vida, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, em julgamento ocorrido no dia 17 de setembro de 2009, condenou por unanimidade os Deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, à suspensão de suas atividades legislativas, acusados de haverem violado gravemente o Código de Ética Partidária por haverem militado contra a descriminalização do aborto"(sdv@pesquisasedocumentos.com.br - A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA).

    A Igreja Católica: Construtora da Civilização — Ep. 3 - "Padres como pioneiros da ciência".

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    Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Episódio 3, parte 1. Legendado em Português.

    Assista o Episódio 1: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/08/omo-igreja-catolica-construiu.html

    Assista o Episódio 2: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/10/igreja-catolica-construtora-da.html


    "Padres como pioneiros da ciência".

    Parte 1:


    Parte 2:


    Parte 3:

    A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

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    A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

    sdv@pesquisasedocumentos.com.br

    DIFUNDA ESTA MENSAGEM.

    EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.

    ================================================

    DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?

    ================================================

    APRESENTAÇÃO E RESENHA

    Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional.

    O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de visão muito curta e não conseguiu perceber que o projeto, para ser executado com sucesso, exigiria

    1. recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas com o mínimo possível de divulgação ao público;


    2. o desmantelamento da Igreja Católica e a alteraração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade;

    3. convencer a sociedade que não existe vida humana antes do nascimento, algo totalmente impossível diante das evidencias crescentes do desenvolvimento científico e tecnológico.

    Ou seja, não conseguiu compreender que tal projeto não poderia ser viável e não poderia ter futuro.

    Hoje o Partido dos Trabalhadores decidiu aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto e querer afundar junto com ele. A este caso de miopia política o Partido acaba de acrescentar a condenação unânime dos deputados Luis Bassuma (PT-BA) e Afonso Henrique (PT-AC), acusados de violação da Ética
    Partidária por terem militado contra a legalização do aborto e por haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da prática no Brasil.

    A organização Provida Familia de Brasília acaba de divulgar uma circular entre os movimentos a favor da vida sobre a importância da CPI do Aborto a qual, embora já criada, não foi instalada devido ao forte lobby dos mesmos grupos que promovem o aborto no Brasil e que seriam investigados caso a CPI se instalasse. Para que a CPI
    seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação que o lobby dos promotores do aborto está impedindo. No final desta mensagem estão listados os líderes de bancada que ainda não indicaram os parlamentares para a CPI.

    Segundo a circular do Provida Familia,

    "A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À
    INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

    ESSA CPI FOI CRIADA MAS PARA SUA INSTALAÇÃO É NECESSÁRIO QUE OS LÍDERES
    PARTIDÁRIOS INDIQUEM SEUS MEMBROS. HÁ UM FORTE 'LOBBY' DOS GRUPOS FEMINISTAS
    PARA QUE NÃO SE INSTALE ESSA CPI COM O ARGUMENTO DE QUE É PARA PUNIR AS MULHERES QUE FIZERAM ABORTO.

    NA REALIDADE O QUE OS PROMOTORES DO ABORTO TEMEM É TORNAR PÚBLICO QUE ELES ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES INTERNACIONAIS DE CONTROLE POPULACIONAL E QUE PARA ISSO
    ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS INVESTEM MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO
    ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS
    OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO CONGRESSO NACIONAL.

    É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OS LÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS, CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI".

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    DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?

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    Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, indeciso sobre como assumir o
    comando de uma organização tão complexa em que parecia não haver espaço nem recursos para nenhuma inovação, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo mas, em vez disso, as organizações
    Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto.

    Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Conselho Populacional, uma organização que desencadeou um projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações
    Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.

    O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de visão muito curta e não conseguiu perceber que um projeto que, para ser executado com sucesso, necessitaria incluir a implantação do aborto totalmente livre como um direito a nível mundial é um projeto que já nasceu falido, pelo menos pelas seguintes três dificuldades.

    A primeira dificuldade estava em ter-se verificado, já desde os seus primórdios, que para que um projeto como este pudesse prosperar, necessitaria recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas em sigilo, com
    o mínimo de divulgação por parte da imprensa.

    Os exemplos são inúmeros, um número tão grande que se torna
    impossível enumerá-los aqui, e tantos, que pode-se dizer que todo
    processo de implantação do aborto no mundo só foi essencialmente
    possível através da prática da anti-democracia. Não preciso
    convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade desta
    afirmação. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que
    é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto
    inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão
    "rights by steal" para designar o processo, retirada literalmente dos
    próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se
    traduziria aproximadamente como "a obtenção do direito através do
    assalto". Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela
    legalização do aborto nos Estados Unidos. O primeiro Estado
    americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de
    gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma
    contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que
    o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria
    claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema
    Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam
    pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que
    estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro
    ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos
    próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente
    legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita
    imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte. Em janeiro
    de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de
    Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal,
    em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem
    necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês,
    apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do
    sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer
    motivo. Ademais, segundo declarou a sentença da maioria,

    "A CONSTITUIÇÃO AMERICANA NÃO DEFINE O
    QUE SEJA PESSOA, MAS O USO DA PALAVRA É
    TAL QUE ELA SOMENTE PODE SER APLICADA
    APÓS O NASCIMENTO. NADA INDICA QUE ELA
    POSSA TER NENHUMA APLICAÇÃO PRÉ-NATAL
    POSSÍVEL. ALÉM DISSO, DEVERIA SER
    SUFICIENTE OBSERVAR A GRANDE
    DIVERGÊNCIA DE PENSAMENTO A RESPEITO
    DA QUESTÃO SOBRE QUANDO SE INICIA A
    VIDA. SEMPRE HOUVE GRANDE
    FUNDAMENTAÇÃO PARA SUSTENTAR-SE QUE A
    VIDA SOMENTE SE INICIA APÓS O
    NASCIMENTO. A LEI SEMPRE FOI RELUTANTE
    EM ADMITIR QUALQUER TEORIA DE QUE A
    VIDA, TAL COMO A RECONHECEMOS, SE
    INICIA ANTES DO NASCIMENTO".

    http://womenshistory.about.com/library/etext/gov/bl_roe_f.htm

    A absurda sentença já tinha tido um precedente. A Suprema Corte
    de Justiça americana já havia sentenciado, cem anos antes,
    praticamente a mesma coisa sobre os escravos africanos, um dos motivos
    que acabou desencadeando a Guerra de Secessão. Desconsiderando
    lições óbvias da História, que ensina que não se podem ocultar
    verdades evidentes, o movimento criado a favor do aborto julgava que,
    conforme atesta uma ampla literatura, a causa estaria politicamente
    encerrada e que o povo americano se conformaria definitivamente com a
    sentença. Pode parecer inacreditável, mas os documentos atestam que
    os promotores do aborto realmente acreditavam que se a Suprema Corte
    havia decretado que não havia vida antes do nascimento, então todos
    os americanos acabariam aceitando que não havia vida antes do
    nascimento. Mas o próprio recurso ao Poder Judiciário, em uma
    causa que deveria pertencer ao legislativo e que estava sendo
    intensamente debatida na sociedade, revelou-se tão odiosamente
    antidemocrático que, em conjunto com a própria absurdidade da
    sentença, acabou por desencadear não o fim da controvérsia, mas a
    organização definitiva de um movimento a favor da vida que não parou
    mais de crescer até hoje nos Estados Unidos. No Brasil, passados
    quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única
    vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da
    federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove
    meses da gravidez, diante do espanto geral dos que compreenderam o que
    estava acontecendo, pois a possibilidade de legalizar-se o aborto
    durante todos os nove meses da gravidez era um assunto que jamais havia
    sido nem debatido nem tampouco pensado na sociedade estadunidense.
    Proliferam hoje no país clínicas especializadas em aborto de último
    trimestre. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo
    receio de tornar a população ainda mais contrária à legalização do
    aborto do que ela já é.

    A segunda dificuldade consiste em que, para que possa prosperar um
    projeto que para ser executado necessite incluir a implantação do
    aborto totalmente livre, tal projeto exigiria a destruição da Igreja
    Católica. Destruir a Igreja Católica, porém, seria uma
    façanha que nem os Césares, nem as invasões bárbaras, nem a
    Renascença, nem Revolução Francesa, nem Napoleão, nem os
    maiores gênios políticos da História até hoje não puderam
    conseguir. Quer os promotores do aborto o tenham entendido ou não,
    - parece que no início não tiveram uma idéia clara a este respeito,
    mas hoje tudo indica que já o entenderam-, enquanto a Igreja
    Católica não for destruída, o aborto nunca poderá ser
    definitivamente implantado como um direito. Ele sempre será um
    delito. A Fundação Ford, começou a sinalizar ter entendido esta
    necessidade em 1990, ao publicar o célebre relatório
    programático intitulado "Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia para
    os Anos 90". Neste documento, a Fundação estimava que para a
    população mundial alcançar o crescimento zero seria necessária uma
    redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos,
    incluindo a legalização do aborto, somente poderia contribuir no
    máximo com 40% do total necessário. Os restantes 60%, segundo
    o relatório, não poderiam ser alcançados apenas com reformas legais
    e ofertas de serviços, mas fazia-se necessário

    "INTRODUZIR A EDUCAÇÃO SEXUAL PRECOCE,
    ALTERAR O STATUS DA MULHER NA SOCIEDADE
    E ALTERAR O JULGAMENTOS MORAIS E ÉTICOS
    DOS INDIVÍDUOS E DA SOCIEDADE",

    [Reproductive Health: A Strategy for the 1990s:
    http://www.fordfound.org/archives/item/0148]

    para lograr o que, porém, seria necessário destruir efetivamente o
    papel da Igreja Católica na sociedade.

    A terceira dificuldade consiste em que, para prosperar, o projeto
    precisaria, ademais convencer a sociedade que não existe vida humana
    antes do nascimento, algo totalmente impossível diante dos instintos
    maternos fortemente instalados na natureza humana e diante do
    desenvolvimento científico e tecnológico, que mostra cada vez mais
    claramente, com novos e espetaculares recursos a cada dia que se
    passa, exatamente o contrário.

    Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente
    seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que,
    para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja Católica,
    "alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
    sociedade", e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos
    os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado,
    por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. A
    primeira dificuldade poderia ser vencida, durante algum tempo, por um
    poder econômico muito grande; não, porém, durante todo o tempo,
    por maior que fosse tal poder. Quanto à segunda dificuldade, há
    quem suponha que poderia ser vencida por um poder divino, não talvez
    por um poder meramente humano. Mas no que diz respeito à terceira
    dificuldade, esta já não poderia ser vencida nem mesmo por um poder
    divino. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas
    organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu
    próprio princípio. É uma missão impossível ou, como se diz em
    português, uma canoa furada.

    Hoje pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do
    projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a
    viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por
    suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista
    isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente
    ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já
    insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente
    considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e
    Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes
    projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.

    Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos
    Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter
    decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma
    população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se
    contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se,
    aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto
    e querer afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse
    suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido
    acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus membros que
    mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema,
    impossibilitando sua atividade legislativa.

    Para os próprios deputados, o julgamento poderá render os efeitos
    contrários aos desejados pelo Partido dos Trabalhadores. O partido
    desejava puní-los, mas, em vez disso, pode tê-los consagrado.

    Em primeiro lugar, os deputados foram apresentados à nação como
    homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais
    fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção,
    coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez
    disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse
    comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à vida.

    Em segundo lugar, o deputados foram apresentados à nação como
    políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas
    de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser
    comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do
    partido a que serviam.

    O quadro com que o PT apresentou os deputados Luiz Bassuma e
    Henrique Afonso ao povo brasileiro, se as notícias fossem
    divulgadas, representaria justamente o perfil dos políticos que
    qualquer eleitor brasileiro sempre sonhou que deveria existir em algum
    lugar, um político que qualquer partido honesto teria orgulho de
    exibir em suas fileiras. O PT declarou que conseguiu encontrar dois
    deles dentro de seus próprios quadros. Porém, em vez de
    acolhê-los, reconhecendo necessitar de pessoas deste porte para
    renovar sua imagem, fortemente abalada por constantes episódios de
    corrupção, declarou em vez disso, por unanimidade, que os
    políticos que possuírem tais currículos estão violando gravemente o
    Código de Ética do Partido.

    A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores
    não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à
    liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da
    existência de um compromisso programático contra o direito à vida por
    parte do governo Lula, e um prenúncio de outras medidas ainda mais
    radicais que serão tomadas no futuro.

    Para os deputados condenados, este julgamento representaria uma
    consagração jamais vista a uma carreira política, algo que não me
    recordo de ter presenciado em nenhum lugar, se as informações
    realmente pudessem circular livremente. Depende unicamente dos que
    receberem esta mensagem que o seu conteúdo possa se tornar domínio
    público, para defesa da democracia e do estado de direito.

    O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já
    desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua
    história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e
    como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda
    monstruosa. A divulgação destas informações são essenciais para a
    defesa da dignidade da vida humana e a preservação do ideal
    democrático.

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    LÍDERES PARLAMENTARES QUE AINDA NÃO
    INDICARAM MEMBROS PARA CPI DO ABORTO NA
    CÂMARA DOS DEPUTADOS

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    PTC Partido Trabalhista Cristão - CARLOS WILLIAN

    (61) 3215-5472 dep.carloswillian@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PMN Partido da Mobilização Nacional - ULDURICO
    PINTO - BA

    (61) 3215-5743 dep.ulduricopinto@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PCdoB Partido Comunista do Brasil - DANIEL ALMEIDA
    - BA

    (61) 32155-9732 lid.pcdob@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PSB Partido Socialista Brasileiro - RODRIGO
    ROLLEMBERG - DF

    (61) 3215-9650 lid.psb@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro -
    HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN

    (61) 3215-9181 lid.pmdb@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PTdoB/RJ Partido Trabalhista do Brasil - VINICIUS
    CARVALHO RJ

    (61) 3215-5587 dep.viniciuscarvalho@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    Governo Liderança do Governo - HENRIQUE FONTANA RS

    (61) 3215-9001 lid.govcamara@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    Minoria Liderança da Minoria - ANDRÉ DE PAULA - PE

    (61) 3215-9820 lid.min@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PV Partido Verde - SARNEY FILHO - MA

    (61) 3215-9790/9791/9792/9795/9796
    Fax:3215-9794 lid.pv@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PPS Partido Popular Socialista - FERNANDO CORUJA
    SC

    (61) 3215-9600 lid.pps@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PSC Partido Social Cristão - HUGO LEAL - RJ

    (61) 3215-9761 lid.psc@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    Bloco Parlamentar PSB, PCdoB, PMN, PRB - MÁRCIO
    FRANÇA - SP

    (61) 3215-5543 dep.marciofranca@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    PT Partido dos Trabalhadores - CÂNDIDO
    VACCAREZZA/PT

    (61) 3215-9102 lid.pt@camara.gov.br

    _________________________________________________________

    Bloco Parlamentar PMDB, PTC - HENRIQUE EDUARDO
    ALVES - RN

    (61) 3215-5539 dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br

    A Igreja Católica: Construtora da Civilização — Ep. 2 - "Igreja e Ciência"

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    Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Episódio 2, partes 1, 2 e 3. Legendado em Português.


    Mais sobre o Dr.Thomas Woods : http://www.thomasewoods.com/

    Parte1:


    Parte 2:

    Parte 3:

    Santa Sé confirma a passagem do maior grupo de anglicanos à Igreja Católica

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    .- Autoridades vaticanas anunciaram esta manhã a próxima publicação de uma Constituição Apostólica para responder aos “numerosos” pedidos de clérigos e fiéis anglicanos que desejam ingressar na Igreja Católica em comunhão plena.

    Embora as autoridades não anteciparam cifras, sabe-se que um dos grupos que pediu dar este passo é a Comunhão Anglicana Tradicional, que conta com ao menos 400 mil pessoas, constituindo o maior grupo de anglicanos da história a ingressar na Igreja Católica.

    Em uma conferência de imprensa celebrada esta manhã, o Cardeal Joseph Llevada, Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, explicou que a constituição “representa uma resposta necessária a um fenômeno mundial” e oferecerá um “modelo canônico único para a Igreja universal regulável a diversas situações locais, e em sua aplicação universal, eqüitativa para os ex-anglicanos”.

    O modelo prevê a possibilidade da ordenação de clérigos casados ex-anglicanos, como sacerdotes católicos e esclarece que estes não poderiam ser ordenados bispos.

    O Cardeal Llevada explicou que no documento “o Santo Padre introduziu uma estrutura canônica que provê a uma reunião corporativa através da instituição de Ordinariatos Pessoais, que permitirão aos fiéis ex-anglicanos entrar na plena comunhão com a Igreja católica, conservando ao mesmo tempo elementos do especifico patrimônio espiritual e litúrgico anglicano”.

    “A atenção e a guia pastoral para estes grupos de fiéis ex-anglicanos será assegurada por um Ordinariato Pessoal, do qual o Ordinário será habitualmente nomeado pelo clero ex-anglicano", indicou o Cardeal, quem assinalou que ao menos uma vintena de bispos anglicanos solicitaram ingressar na Igreja Católica.

    Do mesmo modo, explicou que a nova estrutura “está em consonância com o compromisso no diálogo ecumênico” e reiterou que "a iniciativa provém de vários grupos de anglicanos que declararam que compartilham a fé católica comum, como expressa o Catecismo da Igreja Católica, e que aceitam o ministério petrino como um elemento querido por Cristo para a Igreja. Para eles chegou o tempo de expressar esta união implícita em uma forma visível de plena comunhão".

    O Cardeal Llevada sublinhou que "Bento XVI espera que o clero e os fiéis anglicanos desejosos da união com a Igreja Católica encontrem nesta estrutura canônica a oportunidade de preservar aquelas tradições anglicanas que são preciosas para eles e de acordo com a fé católica”.

    “Assim que expressam em um modo distinto a fé professada usualmente, estas tradições são um dom que deverá ser compartilhado na Igreja universal. A união com a Igreja não exige a uniformidade que ignora as diversidades culturais, como demonstra a história do cristianismo. Além disso, as numerosas e diversas tradições hoje presentes na Igreja Católica estão todas enraizadas no princípio formulado por São Paulo em sua carta aos Efésios: ‘Um só Senhor, uma só fé, um só batismo’”, adicionou.

    Finalmente, recordou que "nossa comunhão se reforçou por diversidades legítimas como estas, e estamos contentes de que estes homens e mulheres ofereçam suas contribuições particulares a nossa vida de fé comum".

    Em uma declaração conjunta, os arcebispos de Westminster e Canterbury, respectivamente Vincent Gerard Nichols e Rowan Williams, afirmam que o anúncio da Constituição Apostólica "acaba com um período de incerteza para os grupos que nutriam esperanças de novas formas para alcançar a unidade com a Igreja Católica”.

    “Agora é a vez dos que cursaram petições desse tipo à Santa Sé responderem à Constituição Apostólica", que é "conseqüência do diálogo ecumênico entre a Igreja Católica e a Comunhão Anglicana", indicaram.

    Dom Augustine DiNoia, que colaborou na redação da nova estrutura, recordou que “estivemos durante 40 anos a favor da unidade. As orações encontraram respostas que não antecipamos”.

    Para o Arcebispo, ocorreu um “giro tremendo” no movimento ecumênico e rechaçou as acusações de quem chama de “dissidentes” a estes anglicanos. “Eles estão assentindo ao obrar do Espírito Santo para estar em união com Pedro, com a Igreja Católica”, precisou.

    Dom DiNoia explicou que ainda se trabalha nos detalhes técnicos e estes Ordinariatos Pessoais poderiam sofrer variações em sua forma final. Os detalhes completos da Constituição Apostólica serão publicados em algumas semanas.

    Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17290

    Bater ou não bater palmas na Missa fará diferença em nossa vida espiritual?

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    by Rafael Vitola Brodbeck

    Sim, fará. Lembram do ditado “lex orandi, lex credendi”? A lei da oração é a lei do que se crê?

    Nossas atitudes na Missa refletem o que cremos a respeito dela, o conceito que da Missa temos. Assim, uma atitude pouco relacionada com o aspecto sacrifical da Santa Missa mostra que não temos assim tanta convicção de que seja realmente um sacrifício. Às vezes temos essa idéia de que é um sacrifício apenas no discurso, sem aprofundar realmente as conseqüências dessa fé.

    [Continue Lendo]


    “Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.” (São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto)

    Reflitam nas palavras de São Leonardo de Porto-Maurício, sobre o melhor modo de assistir a Missa: como se estivéssemos indo ao Calvário. Não fui eu quem disse!

    Tudo, na Missa, deve se ordenar para o essencial. Nada deve fugir a isso, sob pena de esquecermos que a Missa é um sacrifício.

    A melhor forma de transmitir a Fé Católica, a Tradição e, principalmente, aquilo que é a Santa Missa, ou seja, seu caráter sacrifical tanto esquecido pela desobediência do princípio descrito no parágrafo anterior, é a fiel observação de certas normas, expressas nos documentos eclesiais e nas rubricas dos livros litúrgicos. No rito romano, os livros por excelência, onde se encontram os formulários da Missa e o modo de oferecê-la, são o Missal Romano e o Pontifical Romano, ambos restaurados e reformulados após o Concílio Vaticano II, para

    “exprimirem mais claramente as realidades sagradas que significam” (Constituição Apostólica de Sua Santidade, Paulo VI, “Missale Romanum”, de 3 de abril de 1969)

    O uso adequado dos paramentos, o correto oferecimento da Missa, e a obediência irrestrita às rubricas não devem ser causa para que pensemos estarmos atrelados a uma forma fria de religiosidade. Pelo contrário, essa fidelidade, por apontar para o sacrifício, a ele se ligar, e por melhor demonstrar ao povo esse caráter da Santa Missa – eis a razão do seguimento de certas normas – dá a legítima idéia de submissão, piedade e unção, além daquilo que é mais substancial: protege a Missa de falsos conceitos daquilo que ela não é, e inculca na mente dos católicos e dos não-católicos aquilo que ela é – um verdadeiro e real sacrifício, o mesmo do Calvário, oferecido por Cristo para o perdão dos nossos pecados.

    Fonte: http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/10/09/bater-ou-nao-bater-palmas-na-missa-fara-diferenca-em-nossa-vida-espiritual/

    O Brasão de Sua Santidade o Papa Bento XVI

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    Desde os tempos medievais, os brasões tornaram-se de uso comum para os guerreiros e para a nobreza, e por conseguinte foi-se desenvolvendo uma linguagem bem articulada que regula e descreve a heráldica civil. Paralelamente, também para o clero se formou uma heráldica eclesiástica. Ela segue as regras da civil para a composição e a definição do escudo, mas coloca em redor símbolos de insígnias de carácter eclesiástico e religioso, segundo os graus da Ordem sacra, da jurisdição e da dignidade. É tradição, pelo menos de há oito séculos para cá, que também os Papas tenham um seu brasão pessoal, além dos simbolismos próprios da Sé Apostólica. Particularmente no Renascimento e nos séculos seguintes, era costume decorar com o brasão do Sumo Pontífice felizmente reinante todas as principais obras por ele executadas. Brasões papais aparecem de facto nas obras de arquitectura, em publicações, em decretos e documentos de vários tipos.

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    Com frequência os Papas adoptavam o escudo da própria família, se existia, ou então compunham um escudo com simbolismos que indicavam um próprio ideal de vida, ou uma referência a factos ou experiências passadas, ou a elementos relacionados com um próprio programa de pontificado. Por vezes acrescentavam algumas variantes ao escudo que tinham adoptado como Bispos. Também o Cardeal Joseph Ratzinger, eleito Papa e assumindo o nome de Bento XVI, escolheu um brasão rico de simbolismos e de significados, para confiar à história a sua personalidade e o seu Pontificado.

    Como se sabe, um brasão é composto por um escudo que tem alguns símbolos significativos e é circundado por elementos, que indicam a dignidade, o grau, o título, a jurisdição, etc. O escudo adoptado pelo Papa Bento XVI tem uma composição muito simples: tem a forma de cálice, que é a mais usada na heráldica eclesiástica (outra forma é a cabeça de cavalo, que foi adoptada por Paulo VI). No seu interior, variando a composição em relação ao escudo cardinalício, o escudo do Papa Bento XVI tornou-se: vermelho, com ornamentos dourados. De facto, o campo principal, que é vermelho, tem dois relevos laterais nos ângulos superiores em forma de "capa", que são de ouro. A "capa" é um símbolo de religião. Ela indica um ideal inspirado na espiritualidade monástica, e mais tipicamente na beneditina. Várias Ordens ou Congregações religiosas adoptaram a forma "de revestimento" no seu brasão, como por exemplo os Carmelitas e os Dominicanos, mesmo se estes últimos o usavam unicamente numa simbologia mais primitiva que a actual. Bento XIII, Pedro Francisco Orsini (1724-1730), da Ordem dos Pregadores, adoptou a "cabeça dominicana", que é branca ornamentada de preto.

    O escudo do Papa Bento XVI contém simbolismos que ele já tinha introduzido no seu brasão de Arcebispo de Monastério e Frisinga e depois de Cardeal. Contudo, na nova composição, eles estão agora ordenados de modo diverso. O campo principal do brasão é o central, que évermelho. No ponto mais nobre do escudo, encontra-se uma grande concha de ouro, a qual tem uma tripla simbologia. Primeiro, ela tem um significado teológico: pretende recordar a lenda atribuída a Santo Agostinho, o qual encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia. Ele explicou-lhe a sua vã tentativa, e Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. A lenda possui um evidente simbolismo espiritual, para convidar a conhecer Deus, mesmo se na humildade das inadequadas capacidades humanas, haurindo da inexauribilidade do ensinamento teológico. Além disso, a concha é usada há séculos para indicar o peregrino: simbolismo que Bento XVI quer manter vivo, no seguimento das pegadas de João Paulo II, grande peregrino em todas as partes do mundo. A casula por ele usada na solene liturgia do início do seu Pontificado, no domingo, 24 de Abril, tinha bem evidenciado o desenho de uma grande concha. Ela é também o símbolo presente no brasão do Antigo Mosteiro de Schotten, perto de Regensburgo, na Baviera, ao qual Joseph Ratzinger se sente espiritualmente muito ligado.

    Na parte do escudo denominada "capa", encontram-se também dois símbolos provenientes da Tradição da Baviera, que Joseph Ratzinger, ao tornar-se em 1977 Arcebispo de Mónaco e Frisinga tinha introduzido no seu brasão arquiepiscopal. No ângulo direito do brasão (à esquerda de quem olha) está uma cabeça de mouro (ou seja, de cor escura), com lábios, coroa e colar vermelhos. É o antigo símbolo da Diocese de Frisinga, que surgiu no século VIII, tornando-se Arquidiocese Metropolitana com o nome de Mónaco e Frisinga em 1818, depois da Concordata entre Pio VII e o Rei Maximiliano José da Baviera (5 de Junho de 1817). A cabeça de Mouro não é rara na heráldica europeia. Ela aparece ainda hoje em muitos brasões da Sardenha e da Córsega, e também em vários brasões de famílias nobres. Também no brasão do Papa Pio VII, Barnabé Gregório Chiaramonti (1800-1823), se encontravam três cabeças de Mouro. Mas o Mouro na heráldica itálica em geral tem à volta da cabeça uma tira branca, que indica o escravo que foi libertado, e não é coroado, enquanto que na heráldica germânica é coroado. De facto, na tradição bavarese a cabeça de Mouro aparece com muita frequência, e é denominada caput ethiopicum, ou mouro de Frisinga.

    No ângulo esquerdo da parte superior, está representado um urso, de cor escura (ao natural), que carrega no seu dorso um fardo. Narra uma antiga tradição que o primeiro Bispo de Frisinga, São Corbiniano (nascido por volta de 680 em Chartres, França, e falecido a 8 de Setembro de 730), tendo-se posto em viagem a cavalo rumo a Roma, ao atravessar uma floresta foi atacado por um urso, que lhe devorou o cavalo. Contudo, ele conseguiu não só aplacar o urso, mas carregar nele a sua bagagem fazendo-se acompanhar por ele até Roma. Por isso o urso é representado com um fardo sobre o dorso. A fácil interpretação da simbologia quer ver no urso domado pela graça de Deus o próprio Bispo de Frisinga, e costuma ver no fardo o peso do episcopado por ele carregado.

    Por conseguinte, o escudo do brasão papal pode ser descrito ("nobre") segundo a linguagem heráldica do seguinte modo: "De vermelho, revestido de ouro, até à concha do mesmo; o ângulo direito, com a cabeça de Mouro ao natural, coroada e com colar vermelho; o ângulo esquerdo, com o urso ao natural, decorado e carregado com um fardo vermelho, cinturado de preto".

    O escudo tem no seu interior como descrevemos as simbologias ligadas à pessoa que com ele se distingue, aos seus ideais, tradições, programas de vida e aos princípios que o inspiram e guiam. Os vários símbolos do grau, da dignidade e da jurisdição do indivíduo estão colocados em volta do escudo. É tradição, desde tempos imemoráveis, que o Sumo Pontífice tenha no seu brasão, em volta do escudo, as duas chaves "decussadas" (ou seja, colocadas em forma de cruz de Santo André), uma de ouro e a outra de prata: interpretadas por vários autores como símbolos do poder espiritual e do poder temporal. Elas estão colocadas atrás do escudo, ou acima dele, afirmando-se com certa evidência. O Evangelho de Mateus narra que Cristo dissera a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (cap. 16, v. 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. Portanto, elas encontram-se justamente em cada brasão papal.

    Na heráldica civil existe sempre em cima do escudo um ornamento para a cabeça, normalmente uma coroa. Também na heráldica eclesiástica acontece o mesmo, evidentemente de tipo eclesiástico. No caso do Sumo Pontífice desde os tempos antigos representa-se uma "tiara". No início, ela era um tipo de "barrete" fechado. Em 1130 foi acompanhado por uma coroa, símbolo de soberania sobre os Estados da Igreja. Bonifácio VIII, em 1301, acrescentou uma segunda coroa, na época do confronto com o Rei da França, Filipe, o Belo, para representar a sua autoridade espiritual superior à civil. Foi Bento XII, em 1342 que acrescentou uma terceira coroa para simbolizar a autoridade moral do Papa sobre todos os monarcas civis, e reafirmar a posse de Avinhão. Com o tempo, perdendo os seus significados de carácter temporal, a tiara de prata com as três coroas de ouro permaneceu para representar os três poderes do Sumo Pontífice: de Ordem sagrada, de Jurisdição e de Magistério. Nos últimos séculos, os Papas usaram a tiara nos pontificados solenes, e em particular no dia da "coroação", no início do seu pontificado. Paulo VI usou para tal função uma preciosa tiara que lhe fora oferecida pela Diocese de Milão, como já tinha feito para Pio XI, que depois a destinou para obras de beneficência e teve início o uso corrente de uma simples "mitra" (ou "mitria"), por vezes enriquecida com decorações ou gemas. Contudo ele deixou a "tiara" juntamente com as chaves decussadas como símbolo da Sé Apostólica.

    Hoje a cerimónia com a qual o Sumo Pontífice inaugura solenemente o seu Pontificado já não se chama "coroação", como se dizia no passado. A plena jurisdição do Papa, de facto, inicia a partir do momento da sua aceitação da eleição feita pelos Cardeais em Conclave e não por uma coroação, como acontece com os monarcas civis. Por isso, essa cerimónia chama-se simplesmente solene início do seu Ministério Petrino, como aconteceu para Bento XVI, a 24 de Abril passado.

    O Santo Padre Bento XVI decidiu não usar mais a tiara no seu brasão oficial pessoal, mas colocar só uma simples mitra, que não é portanto encimada por uma pequena esfera e por uma cruz como era a tiara. A mitra pontifícia representada no seu brasão, em recordação das simbologias da tiara, é de prata e tem três faixas de ouro (os três mencionados poderes de Ordem, Jurisdição e Magistério), ligados verticalmente entre si no centro para indicar a sua unidade na mesma pessoa.

    Um símbolo totalmente novo no brasão do Papa Bento XVI é a presença do "pálio". Não é tradição, pelo menos recente, que os Sumos Pontífices o representem no seu brasão. Contudo, o pálio é o distintivo litúrgico típico do Sumo Pontífice, e aparece com muita frequência em antigas representações papais. Indica o cargo de ser pastor do rebanho que lhe foi confiado por Cristo. Nos primeiros séculos os Papas usavam uma verdadeira pele de cordeiro apoiada sobre os ombros. Depois, passou a ser costume uma estola de lã branca, tecida com lã pura de cordeiros criados para essa finalidade. A estola tinha algumas cruzes, que nos primeiros séculos eram pretas, ou por vezes vermelhas. Já no IV século o pálio era um distintivo litúrgico próprio e típico do Papa. O conferimento do pálio por parte do Papa aos Arcebispos metropolitas teve início no século VI. A obrigação por parte deles de postular o pálio depois da sua nomeação é confirmada desde o século IX. Na famosa longa série iconográfica dos medalhões que, na Basílica de São Paulo, reproduzem a efígie de todos os Papas da história (mesmo se particularmente os mais antigos são de feições idealizadas) muitíssimos Sumos Pontífices são representados com o pálio, particularmente todos os Pontífices entre os séculos V e XIV. Por conseguinte, o pálio é o símbolo não só da jurisdição papal, mas também o sinal explícito e fraterno da partilha desta jurisdição com os Arcebispos metropolitas, e mediante eles com os Bispos seus sufragâneos. Portanto ele é sinal visível da colegialidade e da subsidiariedade. Também vários Patriarcas Orientais usam uma forma antiquíssima, muito semelhante ao pálio, chamada omophorion.

    Na heráldica geral, quer civil, quer eclesiástica (particularmente nos graus inferiores) é costume colocar por baixo do escudo um nastro, ou cartaz, que tem gravado um mote, ou distintivo. Ele contém numa só ou em poucas palavras um ideal, ou um programa de vida. O Cardeal Joseph Ratzinger tinha no seu brasão arquiepiscopal e cardinalício o mote: "Cooperatores Veritatis". Ele permanece como sua aspiração e programa pessoal, mas não está no brasão papal, segundo a comum tradição dos brasões dos Sumos Pontífices nos últimos séculos. Todos recordamos como João Paulo II citava com frequência o mote "Totus tuus", mesmo se não estava no seu brasão papal. A falta de um mote no brasão papal não significa falta de um programa, mas simplesmente abertura sem exclusões a todos os ideais que derivam da fé, da esperança e da caridade.

    D. Andrea Cordero di Montezemolo
    Núncio Apostólico

    Copyright © L'Osservatore Romano

    Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/elezione/stemma-benedict-xvi_po.html

    APRENDA COMO AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA!!!

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    PRIMEIRA:
    Diante das menores dificuldades, tais como indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá a Igreja nem às Missas. Com isso, seu filho vai crescer com a idéia de que participar das atividades da igreja não é assim tão necessário; Leia (Hb 10,24,25).

    SEGUNDA:
    Quando estiver à mesa ou em reuniões da família, faça críticas ou comentários negativos sobre as orientações do padre e de outros líderes dos movimentos da igreja. Assim, seu filho vai crescer não tendo respeito por eles, nem dando crédito aos seus ensinos. Leia ” (1Ts 5,12,13).

    TERCEIRA:
    Cuide para que seu filho cresça num lar que não seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em aplicar os princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar? Leia Dt 6,6,7).

    QUARTA:
    Gaste diante da televisão todo o tempo que passa em casa, em vez de separar parte dele para a leitura da Bíblia e oração. Basta apenas rezar na hora das refeições e olhe lá. Com certeza, seu filho vai adorar!!!!

    Dom Fernando fala sobre a visita ad limina

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    Na manhã da segunda-feira, dia 28, o Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, OSB concedeu uma entrevista coletiva, no Palácio dos Manguinhos, bairro das Graças. O assunto do encontro foi a visita ad limina apostolorum, que aconteceu de 9 a 18 deste mês. A visita é uma obrigação que os Bispos têm de cumprir a cada cinco anos, visitar os túmulos dos Apóstolos Pedro e Paulo e apresentar um relatório sobre a diocese ao Sumo Pontífice.

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    A audiência particular de Dom Fernando com Bento XVI, aconteceu no dia 10, e durou 15 minutos. Dentre os assuntos discutidos, a juventude e o problema das drogas foram a maior preocupação do Papa. O Arcebispo apresentou ao chefe da Igreja uma proposta de implantar a Fazenda Esperança que realiza um trabalho de recuperação de jovens dependentes químicos. "A Fazenda Esperança ainda é um projeto. Faltam resolver detalhes como o local, por exemplo, mas já temos o apoio do Santo Padre e em breve sentarei com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos que também se mostrou solidário a questão", disse Dom Fernando.

    A evasão religiosa também esteve na pauta do encontro. O Papa orientou que cada fiel cumpra o seu papel dentro da Igreja, que o Clero e os leigos somem esforços na evangelização. "O que Bento XVI quer é que deixemos de lado uma igreja acomodada, e busquemos uma igreja mais próxima do povo", completou dom Fernando.

    Aos Sacerdotes que estão vivendo um ano dedicado a eles na Igreja, Bento XVI, em seu discurso aos Bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio grande do Norte) fez questão de salientar a importância do Sacerdote e da promoção vocacional, pois, "a função do presbítero é essencial e insubstituível para o anúncio da Palavra e a celebração dos Sacramentos, sobretudo da Eucaristia. Por isso urge pedir ao Senhor que envie operário à sua Messe".

    No final da entrevista Dom Fernando falou ainda sobre sua proposta de descentralizar os trabalhos da Arquidiocese implantando vicariatos e reorganizando as pastorais em Comissões Arquidiocesanas. "O objetivo é facilitar a comunicação (entre as 101 paróquias) e fazer com que os trabalhos sejam mais eficazes", disse. Esses e outros assuntos serão discutidos na Assembléia Pastoral que acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro do ano que vem.

    IGREJA CATÓLICA, IGREJA DE CRISTO

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    Por Prof. Carlos Ramalhete

    Dizem alguns que a Igreja Católica não é a Igreja de Cristo; para estes, a Igreja de Cristo seria maior que a Igreja Católica, englobando também as seitas protestantes. Ora, a Igreja de Cristo É a Igreja Católica Apostólica Romana. Ela é visível e reconhecível, ela é Una, e não é feita da união de seitas mais Igreja Católica.

    Não há uma Igreja de Cristo diferente da Igreja Católica; ambas são uma mesmíssima coisa.

    Há, é certo, o caso de pessoas batizadas (logo incorporadas à Igreja de Cristo, que é a Igreja Católica) mas que sem culpa própria, por ignorância invencível (não por não terem procurado o suficiente a Igreja, que acabariam encontrando; este caso é sem dúvida raríssimo hoje com os meios de comunicação à disposição de praticamente todos) não estão ligadas de forma visível à Igreja.

    As seitas a que elas pertençam, porém, não são de modo algum parte da Igreja de Cristo, que é a Igreja Católica. Uma pessoa que, caso raríssimo e improvável (por depender de não cometer pecado mortal, ou seja, pecado cometido deliberada e conscientemente em matéria grave, desde o batismo até a morte, ou de ao menor ter uma perfeita contrição na hora da morte), pertença a uma seita protestante e escape do Inferno o faz APESAR, não por causa, da seita a que pertence. Pertencer a uma seita protestante não é pertencer à Igreja de Cristo de modo algum, é sim um impedimento para a Salvação.

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    Os elementos salvíficos que sejam encontrados nestas seitas (normalmente o Batismo apenas, ainda que algumas seitas e grupos cismáticos tenham mantido ordens válidas - os vetero-católicos, os cismáticos orientais, os lefebvristas e alguns outros grupelhos as mantiveram, mas os Anglicanos, luteranos que não os da Finlândia e demais protestantes não as têm) não derivam de modo algum seu poder salvífico do fato de estarem presentes nesta seita (o que seria o caso se as seitas fossem realmente parte da Igreja de Cristo), mas sim têm sua ação salvífica diminuída por este fato.

    Assim um protestante que seja batizado e morra logo em seguida foi pelo batismo tornado membro da Igreja Católica Apostólica Romana (não de um suposto ramo diferente de uma mesma "Igreja de Cristo" que não a Igreja Católica), e morreu católico.

    Assim membros isolados de uma seita protestante podem ser parte da Igreja (desde que estejam separados dela por ignorância invencível apenas), mas uma seita não é parte da Igreja nem está em comunhão, total ou parcial, com ela.

    Quanto à ação do Espírito Santo, ela realmente ocorre, mas deve ser correspondida pelo homem. Assim, um protestante tem a cada instante o Espírito Santo a soprar-lhe nos ouvidos que deve ir à Igreja Católica; cabe a ele aceitar este chamado. Um protestante que peça a Deus com sinceridade acabará encontrando a Igreja Católica, mesmo que Ela esteja ausente da cultura e do lugar em que vive. Conheço um moço que, nascido e criado em família batista em região do "Bible Belt" americano (onde só há protestantes fundamentalistas), pediu a Deus que mostrasse a ele a Verdade, e por uma série de intervenções da Divina Providência, achou na rua (!) um livrinho sobre a Fé católica, encontrou um padre no trem, etc.

    Fora da Igreja Católica Apostólica Romana, que é o Corpo Místico de Cristo, não há Salvação.

    Se há uma epidemia de uma doença horrível e vem alguém e paga caríssimo para botar um hospital (tanto a administração quanto aparelhagem, médicos, remédios, etc.) em que há a aparelhagem e os remédios para diagnosticar, tratar e curar esta doença, além de cursos e instrumentos para ajudar a prevenir a doença, tudo gratuito, será que isso é falta de amor? Que querer que os doentes vão aos hospitais, onde estão os meios para salvar suas vidas, ao invés de procurarem "simpatias" e coisas afins, é falta de amor?!

    Se você acha isto, então faz sentido dizer que a Igreja não tem amor pelos outros ao pregar que todos devem se tornar católicos para serem salvos. Se não acha, não faz. Deus, em sua infinita Misericórdia, morreu por nós na Cruz (haveria pagamento maior?!) para proporcionar a nós os meios ("remédios") por que podemos nos libertar do pecado (os Sacramentos), as "Palavras de Vida Eterna", como dizia São Pedro (a "aparelhagem", os "cursos"), para diagnosticar e ajudar a prevenir a doença (respectivamente, a Sã Doutrina e o pecado que ela faz reconhecer e previne) e o governo (a "administração do hospital") para que possamos levar nossas vidas da maneira mais correta (o Magistério da Igreja).

    Não se trata de restringir, muito pelo contrário. Trata-se de ir anunciar sobre os telhados que há cura para a doença que é o pecado, e essa cura foi paga por Cristo e está à disposição de quem aceitá-la!!!

    O doente também pode achar que a doença não vai ser curada no hospital e que para curá-la ele tem que ir à meia noite pegar água em que a lua se refletiu, dizer três vezes "cura cura aperta segura" e dar cinco pulinhos para cada lado. Vai curar? Duvido.

    Mas se ele realmente "sente" que é isso que ele deve fazer, ninguém vai conseguir impedi-lo...

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    Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor (es).

    Para citar este artigo:

    RAMALHETE, Carlos. Apostolado Veritatis Splendor: IGREJA CATÓLICA, IGREJA DE CRISTO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/573. Desde 03/02/2002.

    E JESUS MANDOU ORAR NO SEGREDO, POR QUE ELE OROU PUBLICAMENTE E A IGREJA ASSIM O FAZ?

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    Por This Rock Magazine - Agosto/1990

    Tradução: Carlos Martins Nabeto
    Fonte: Catholic Answers - http://www.catholic.com
    - Como vocês podem solucionar esta contradição da Bíblia? Jesus disse: "Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido" (Mateus 6,6); no entanto, Ele mesmo orou publicamente com os seus discípulos (Mateus 6,9) e os cristãos, em seus cultos públicos, também fazem orações. (Anônimo)

    Jesus fez essa observação no contexto de uma certa espécie de piedade farisaica. Não se pode ignorar este contexto, centralizando-se apenas nestas suas palavras. Fazer isso seria praticar um literalismo tão crú que nenhum fundamentalista teria coragem de aceitar.

    Em Mateus 6,1, Cristo declara um princípio, que Ele ilustra fazendo uso de três exemplos, um dos quais inclui este seu comentário sobre a oração. O princípio é: "Não sejam praticados atos
    justos somente para que as pessoas possam vê-los". Em outras palavras, não se deve fazer boas ações apenas para receber de outros prestígio e elogios pessoais.

    Os exemplos que Jesus emprega são retirados de três expressões características da piedade judaica: esmola, oração e jejum. Em cada caso, Jesus faz uso da hipérbole para alcançar o seu
    objetivo. Isto fica bem claro quando se refere à esmola, que obviamente não tem como ser interpretado literalmente: "Não deixe que sua mão esquerda saiba o que a sua mão direita está
    fazendo" (Mateus 6,3).

    O verdadeiro e claro significado do ensinamento de Cristo encontra-se, porém, no versículo anterior: "Quando deres esmola, não mandes tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros" (Mateus 6,2).

    De maneira similar, quando Cristo fala da oração em segredo, ele quer quer seus discípulos evitem se exibirem enquanto oram: "Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos outros"
    (Mateus 6,5). Note-se, então, o motivo pelo qual os hipócritas oram: "para serem vistos pelos outros".

    AGOSTO/1990, This Rock Magazine -. Apostolado Veritatis Splendor: SE JESUS MANDOU ORAR NO SEGREDO, POR QUE ELE OROU PUBLICAMENTE E A IGREJA ASSIM O FAZ?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5874.
    Desde 01/09/2009.

     

    ©2009 «Duc in Altum!» | "Seguir a Cristo é difícil, mas belo; é duro, mas não se pode comparar com nada nesta vida."