JESUS PASSOU OU NÃO 3 DIAS E 3 NOITES NO TÚMULO?

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Por This Rock Magazine - Março/1990


Tradução: Carlos Martins Nabeto

Fonte: Catholic Answers - http://www.catholic.com
- Se Cristo morreu na Sexta-Feira e ressuscitou no Domingo, como pode a Bíblia dizer que Ele permaneceu no túmulo por três dias e três noites antes de sua ressurreição (Mateus 12,40; Marcos 8,31)? (Anônimo)

Cristo morreu por volta das três horas da tarde da Sexta-Feira e foi colocado no túmulo pouco tempo depois. A ressurreição ocorreu no início do Domigo. Portanto, na Sexta-Feira, ele ficou cerca de 9 horas no túmulo (conforme o cômputo moderno); no Sábado, permaneceu as 24 horas; e, no Domingo, cerca de 6 horas. Ou seja, menos que as 72 horas necessárias para termos três dias e [três] noites plenos.

Há contradição aqui? Não, porque os antigos judeus computavam como um dia pleno qualquer parte de um dia; com efeito, "três dias e três noites" (que hoje tem o mesmo significado que "três dias") podia ser tão curto quanto 24 horas e mais alguns segundos (se naquele tempo existissem relógios capazes de registrar os segundos).

No nosso jeito de computar as coisas, entre a hora de almoço de hoje e a hora de almoço de amanhã, teríamos 1 dia. Mas os antigos judeus computariam isto como 2 dias, uma vez que incluiriam as partes de 2 dias distintos [=12 horas de hoje mais 12 horas de amanhã].

Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).

Para citar este artigo:

MARÇO/1990, This Rock Magazine -. Apostolado Veritatis Splendor:
JESUS PASSOU OU NÃO 3 DIAS E 3 NOITES NO TÚMULO?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5819. Desde 29/10/2009.

Itália: Proibição de crucifixo em escolas causa indignação

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ROMA (Reuters) - A determinação da Corte Europeia de Direitos Humanos na terça-feira de proibir que as escolas italianas mantenham os crucifixos nas salas de aula causou indignação na Itália, onde esses símbolos religiosos fazem parte da psiquê nacional.

"A decisão da corte europeia foi recebida no Vaticano com choque e tristeza", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

"É errado e uma miopia tentar excluí-lo (o crucifixo) do mundo da educação", disse ele, somando-se à indignação que a decisão desencadeou na Itália católica romana.
A sentença da corte, da qual a Itália informou que vai apelar, determina que crucifixos nas paredes das escolas, algo comum na vida italiana, poderiam perturbar crianças que não sejam cristãs.

[Continue Lendo]

A Itália vive um conturbado debate sobre como lidar com uma crescente população de imigrantes, na maioria muçulmanos, e a sentença da corte provavelmente se tornará um novo grito de guerra na política do governo de centro-direita para restringir a vinda de estrangeiros.
"Essa é uma decisão abominável", disse Rocco Buttiglione, ex-ministro da Cultura que ajudou a redigir encíclicas papais.

"Tem de ser rejeitada com firmeza. A Itália tem sua cultura, suas tradições e história. Aqueles que vêm viver entre nós têm de compreender e aceitar esta cultura e esta história", disse ele.

O porta-voz do Vaticano disse que era triste que o crucifixo possa ser considerado um símbolo de divisão e disse que a religião ofereceu uma contribuição vital à formação moral das pessoas.
Membros do governo do primeiro-ministro Silvio Berlusconi se enfureceram, usando palavras como "vergonhoso", "ofensivo", "absurdo", "inaceitável" e "pagão".

GOLPE MORTAL
O ministro de Relações Exteriores, Franco Frattini, disse que a corte deu um "golpe mortal em uma Europa de valores e direitos", acrescentando que isso foi um mau precedente para outros países.

A ministra da Educação, Mariastella Gelmini, disse que os crucifixos nas paredes de dezenas de milhares de salas de aula "não significam adesão ao catolicismo", mas são um símbolo da herança da Itália.

Pelo menos uma garota muçulmana discordou da corte.
"Se o crucifixo está lá e eu sou muçulmana, vou continuar a respeitar a minha religião. Jesus na sala de aula não me incomoda", disse Zenat, uma menina de 14 anos de origem egípcia, em declaração à Reuters TV.
Duas leis italianas dos anos 1920, quando os fascistas estavam no poder, determinam que as escolas devem ter os crucifixos nas paredes.
Alessandra Mussolini, neta do ditador fascista Benito Mussolini, disse que decretos como este estavam levando a uma "Europa sem identidade".

Apenas um punhado de políticos defendeu a corte, incluindo membros do Partido Comunista e de grupos ateus.

(Reportagem adicional de Crispian Balmer em Paris e Antonio Denti em Roma)

PT, definitivamente, abortista

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Para aqueles que ainda duvidam que o Partido dos Trabalhadores (PT) é defensor da legalização do aborto no Brasil, aqui vão mais algumas provas:


Vem sendo proposta na Câmara dos Deputados a instalação da CPI do Aborto, criada em 8 de Dezembro de 2008 e que na prática "ainda não existe", "para investigar quem está financiando a promoção do aborto no Brasil e qual o envolvimento do governo nesta agenda internacional [...]. Se instalada, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) descobriria facilmente não apenas que há um projeto internacional interessado em promover o aborto no Brasil mas que, mais ainda, a partir do momento em que chegou ao poder, a cúpula do Partido dos Trabalhadores, contrariando suas próprias bases eleitorais e os interesses que afirma representar, quis transformar-se no principal aliado deste projeto que pretende negar a personalidade jurídica antes do nascimento, remover completamente todos os tipos de aborto do Código Penal, reconhecer o aborto como um novo direito humano e tornar a prática totalmente livre em qualquer momento da gestação"(sdv@pesquisasedocumentos.com.br - A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA).

Sobre a instalação dessa CPI, afirma o Diretório Nacional do PT (Leia aqui o texto completo): "O impasse envolve acusações de perseguição e volta à Inquisição, de um lado, e de omissão ante a prática ilegal e do contrabando de drogas abortivas, do outro".

Diz ainda que: "o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, é contrário a CPI do Aborto e reafirma o compromisso de luta pela descriminalização do aborto e em defesa da igualdade e autonomia das mulheres sobre seu corpo e sua vida."

"Por causa desta e de outras atividades em defesa da vida, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, em julgamento ocorrido no dia 17 de setembro de 2009, condenou por unanimidade os Deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, à suspensão de suas atividades legislativas, acusados de haverem violado gravemente o Código de Ética Partidária por haverem militado contra a descriminalização do aborto"(sdv@pesquisasedocumentos.com.br - A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA).

A Igreja Católica: Construtora da Civilização — Ep. 3 - "Padres como pioneiros da ciência".

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Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Episódio 3, parte 1. Legendado em Português.

Assista o Episódio 1: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/08/omo-igreja-catolica-construiu.html

Assista o Episódio 2: http://cristoreinosso.blogspot.com/2009/10/igreja-catolica-construtora-da.html


"Padres como pioneiros da ciência".

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:

A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

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A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

sdv@pesquisasedocumentos.com.br

DIFUNDA ESTA MENSAGEM.

EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.

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DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?

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APRESENTAÇÃO E RESENHA

Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional.

O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de visão muito curta e não conseguiu perceber que o projeto, para ser executado com sucesso, exigiria

1. recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas com o mínimo possível de divulgação ao público;


2. o desmantelamento da Igreja Católica e a alteraração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade;

3. convencer a sociedade que não existe vida humana antes do nascimento, algo totalmente impossível diante das evidencias crescentes do desenvolvimento científico e tecnológico.

Ou seja, não conseguiu compreender que tal projeto não poderia ser viável e não poderia ter futuro.

Hoje o Partido dos Trabalhadores decidiu aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto e querer afundar junto com ele. A este caso de miopia política o Partido acaba de acrescentar a condenação unânime dos deputados Luis Bassuma (PT-BA) e Afonso Henrique (PT-AC), acusados de violação da Ética
Partidária por terem militado contra a legalização do aborto e por haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da prática no Brasil.

A organização Provida Familia de Brasília acaba de divulgar uma circular entre os movimentos a favor da vida sobre a importância da CPI do Aborto a qual, embora já criada, não foi instalada devido ao forte lobby dos mesmos grupos que promovem o aborto no Brasil e que seriam investigados caso a CPI se instalasse. Para que a CPI
seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação que o lobby dos promotores do aborto está impedindo. No final desta mensagem estão listados os líderes de bancada que ainda não indicaram os parlamentares para a CPI.

Segundo a circular do Provida Familia,

"A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À
INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

ESSA CPI FOI CRIADA MAS PARA SUA INSTALAÇÃO É NECESSÁRIO QUE OS LÍDERES
PARTIDÁRIOS INDIQUEM SEUS MEMBROS. HÁ UM FORTE 'LOBBY' DOS GRUPOS FEMINISTAS
PARA QUE NÃO SE INSTALE ESSA CPI COM O ARGUMENTO DE QUE É PARA PUNIR AS MULHERES QUE FIZERAM ABORTO.

NA REALIDADE O QUE OS PROMOTORES DO ABORTO TEMEM É TORNAR PÚBLICO QUE ELES ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES INTERNACIONAIS DE CONTROLE POPULACIONAL E QUE PARA ISSO
ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS INVESTEM MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO
ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS
OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO CONGRESSO NACIONAL.

É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OS LÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS, CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI".

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DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?

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Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, indeciso sobre como assumir o
comando de uma organização tão complexa em que parecia não haver espaço nem recursos para nenhuma inovação, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo mas, em vez disso, as organizações
Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto.

Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Conselho Populacional, uma organização que desencadeou um projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações
Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.

O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de visão muito curta e não conseguiu perceber que um projeto que, para ser executado com sucesso, necessitaria incluir a implantação do aborto totalmente livre como um direito a nível mundial é um projeto que já nasceu falido, pelo menos pelas seguintes três dificuldades.

A primeira dificuldade estava em ter-se verificado, já desde os seus primórdios, que para que um projeto como este pudesse prosperar, necessitaria recorrer interminavelmente a práticas anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas em sigilo, com
o mínimo de divulgação por parte da imprensa.

Os exemplos são inúmeros, um número tão grande que se torna
impossível enumerá-los aqui, e tantos, que pode-se dizer que todo
processo de implantação do aborto no mundo só foi essencialmente
possível através da prática da anti-democracia. Não preciso
convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade desta
afirmação. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que
é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto
inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão
"rights by steal" para designar o processo, retirada literalmente dos
próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se
traduziria aproximadamente como "a obtenção do direito através do
assalto". Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela
legalização do aborto nos Estados Unidos. O primeiro Estado
americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de
gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma
contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que
o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria
claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema
Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam
pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que
estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro
ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos
próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente
legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita
imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte. Em janeiro
de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de
Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal,
em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem
necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês,
apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do
sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer
motivo. Ademais, segundo declarou a sentença da maioria,

"A CONSTITUIÇÃO AMERICANA NÃO DEFINE O
QUE SEJA PESSOA, MAS O USO DA PALAVRA É
TAL QUE ELA SOMENTE PODE SER APLICADA
APÓS O NASCIMENTO. NADA INDICA QUE ELA
POSSA TER NENHUMA APLICAÇÃO PRÉ-NATAL
POSSÍVEL. ALÉM DISSO, DEVERIA SER
SUFICIENTE OBSERVAR A GRANDE
DIVERGÊNCIA DE PENSAMENTO A RESPEITO
DA QUESTÃO SOBRE QUANDO SE INICIA A
VIDA. SEMPRE HOUVE GRANDE
FUNDAMENTAÇÃO PARA SUSTENTAR-SE QUE A
VIDA SOMENTE SE INICIA APÓS O
NASCIMENTO. A LEI SEMPRE FOI RELUTANTE
EM ADMITIR QUALQUER TEORIA DE QUE A
VIDA, TAL COMO A RECONHECEMOS, SE
INICIA ANTES DO NASCIMENTO".

http://womenshistory.about.com/library/etext/gov/bl_roe_f.htm

A absurda sentença já tinha tido um precedente. A Suprema Corte
de Justiça americana já havia sentenciado, cem anos antes,
praticamente a mesma coisa sobre os escravos africanos, um dos motivos
que acabou desencadeando a Guerra de Secessão. Desconsiderando
lições óbvias da História, que ensina que não se podem ocultar
verdades evidentes, o movimento criado a favor do aborto julgava que,
conforme atesta uma ampla literatura, a causa estaria politicamente
encerrada e que o povo americano se conformaria definitivamente com a
sentença. Pode parecer inacreditável, mas os documentos atestam que
os promotores do aborto realmente acreditavam que se a Suprema Corte
havia decretado que não havia vida antes do nascimento, então todos
os americanos acabariam aceitando que não havia vida antes do
nascimento. Mas o próprio recurso ao Poder Judiciário, em uma
causa que deveria pertencer ao legislativo e que estava sendo
intensamente debatida na sociedade, revelou-se tão odiosamente
antidemocrático que, em conjunto com a própria absurdidade da
sentença, acabou por desencadear não o fim da controvérsia, mas a
organização definitiva de um movimento a favor da vida que não parou
mais de crescer até hoje nos Estados Unidos. No Brasil, passados
quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única
vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da
federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove
meses da gravidez, diante do espanto geral dos que compreenderam o que
estava acontecendo, pois a possibilidade de legalizar-se o aborto
durante todos os nove meses da gravidez era um assunto que jamais havia
sido nem debatido nem tampouco pensado na sociedade estadunidense.
Proliferam hoje no país clínicas especializadas em aborto de último
trimestre. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo
receio de tornar a população ainda mais contrária à legalização do
aborto do que ela já é.

A segunda dificuldade consiste em que, para que possa prosperar um
projeto que para ser executado necessite incluir a implantação do
aborto totalmente livre, tal projeto exigiria a destruição da Igreja
Católica. Destruir a Igreja Católica, porém, seria uma
façanha que nem os Césares, nem as invasões bárbaras, nem a
Renascença, nem Revolução Francesa, nem Napoleão, nem os
maiores gênios políticos da História até hoje não puderam
conseguir. Quer os promotores do aborto o tenham entendido ou não,
- parece que no início não tiveram uma idéia clara a este respeito,
mas hoje tudo indica que já o entenderam-, enquanto a Igreja
Católica não for destruída, o aborto nunca poderá ser
definitivamente implantado como um direito. Ele sempre será um
delito. A Fundação Ford, começou a sinalizar ter entendido esta
necessidade em 1990, ao publicar o célebre relatório
programático intitulado "Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia para
os Anos 90". Neste documento, a Fundação estimava que para a
população mundial alcançar o crescimento zero seria necessária uma
redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos,
incluindo a legalização do aborto, somente poderia contribuir no
máximo com 40% do total necessário. Os restantes 60%, segundo
o relatório, não poderiam ser alcançados apenas com reformas legais
e ofertas de serviços, mas fazia-se necessário

"INTRODUZIR A EDUCAÇÃO SEXUAL PRECOCE,
ALTERAR O STATUS DA MULHER NA SOCIEDADE
E ALTERAR O JULGAMENTOS MORAIS E ÉTICOS
DOS INDIVÍDUOS E DA SOCIEDADE",

[Reproductive Health: A Strategy for the 1990s:
http://www.fordfound.org/archives/item/0148]

para lograr o que, porém, seria necessário destruir efetivamente o
papel da Igreja Católica na sociedade.

A terceira dificuldade consiste em que, para prosperar, o projeto
precisaria, ademais convencer a sociedade que não existe vida humana
antes do nascimento, algo totalmente impossível diante dos instintos
maternos fortemente instalados na natureza humana e diante do
desenvolvimento científico e tecnológico, que mostra cada vez mais
claramente, com novos e espetaculares recursos a cada dia que se
passa, exatamente o contrário.

Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente
seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que,
para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja Católica,
"alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
sociedade", e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos
os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado,
por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. A
primeira dificuldade poderia ser vencida, durante algum tempo, por um
poder econômico muito grande; não, porém, durante todo o tempo,
por maior que fosse tal poder. Quanto à segunda dificuldade, há
quem suponha que poderia ser vencida por um poder divino, não talvez
por um poder meramente humano. Mas no que diz respeito à terceira
dificuldade, esta já não poderia ser vencida nem mesmo por um poder
divino. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas
organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu
próprio princípio. É uma missão impossível ou, como se diz em
português, uma canoa furada.

Hoje pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do
projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a
viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por
suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista
isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente
ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já
insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente
considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e
Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes
projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.

Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos
Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter
decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma
população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se
contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se,
aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto
e querer afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse
suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido
acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus membros que
mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema,
impossibilitando sua atividade legislativa.

Para os próprios deputados, o julgamento poderá render os efeitos
contrários aos desejados pelo Partido dos Trabalhadores. O partido
desejava puní-los, mas, em vez disso, pode tê-los consagrado.

Em primeiro lugar, os deputados foram apresentados à nação como
homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais
fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção,
coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez
disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse
comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à vida.

Em segundo lugar, o deputados foram apresentados à nação como
políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas
de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser
comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do
partido a que serviam.

O quadro com que o PT apresentou os deputados Luiz Bassuma e
Henrique Afonso ao povo brasileiro, se as notícias fossem
divulgadas, representaria justamente o perfil dos políticos que
qualquer eleitor brasileiro sempre sonhou que deveria existir em algum
lugar, um político que qualquer partido honesto teria orgulho de
exibir em suas fileiras. O PT declarou que conseguiu encontrar dois
deles dentro de seus próprios quadros. Porém, em vez de
acolhê-los, reconhecendo necessitar de pessoas deste porte para
renovar sua imagem, fortemente abalada por constantes episódios de
corrupção, declarou em vez disso, por unanimidade, que os
políticos que possuírem tais currículos estão violando gravemente o
Código de Ética do Partido.

A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores
não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à
liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da
existência de um compromisso programático contra o direito à vida por
parte do governo Lula, e um prenúncio de outras medidas ainda mais
radicais que serão tomadas no futuro.

Para os deputados condenados, este julgamento representaria uma
consagração jamais vista a uma carreira política, algo que não me
recordo de ter presenciado em nenhum lugar, se as informações
realmente pudessem circular livremente. Depende unicamente dos que
receberem esta mensagem que o seu conteúdo possa se tornar domínio
público, para defesa da democracia e do estado de direito.

O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já
desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua
história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e
como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda
monstruosa. A divulgação destas informações são essenciais para a
defesa da dignidade da vida humana e a preservação do ideal
democrático.

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LÍDERES PARLAMENTARES QUE AINDA NÃO
INDICARAM MEMBROS PARA CPI DO ABORTO NA
CÂMARA DOS DEPUTADOS

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PTC Partido Trabalhista Cristão - CARLOS WILLIAN

(61) 3215-5472 dep.carloswillian@camara.gov.br

_________________________________________________________

PMN Partido da Mobilização Nacional - ULDURICO
PINTO - BA

(61) 3215-5743 dep.ulduricopinto@camara.gov.br

_________________________________________________________

PCdoB Partido Comunista do Brasil - DANIEL ALMEIDA
- BA

(61) 32155-9732 lid.pcdob@camara.gov.br

_________________________________________________________

PSB Partido Socialista Brasileiro - RODRIGO
ROLLEMBERG - DF

(61) 3215-9650 lid.psb@camara.gov.br

_________________________________________________________

PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro -
HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN

(61) 3215-9181 lid.pmdb@camara.gov.br

_________________________________________________________

PTdoB/RJ Partido Trabalhista do Brasil - VINICIUS
CARVALHO RJ

(61) 3215-5587 dep.viniciuscarvalho@camara.gov.br

_________________________________________________________

Governo Liderança do Governo - HENRIQUE FONTANA RS

(61) 3215-9001 lid.govcamara@camara.gov.br

_________________________________________________________

Minoria Liderança da Minoria - ANDRÉ DE PAULA - PE

(61) 3215-9820 lid.min@camara.gov.br

_________________________________________________________

PV Partido Verde - SARNEY FILHO - MA

(61) 3215-9790/9791/9792/9795/9796
Fax:3215-9794 lid.pv@camara.gov.br

_________________________________________________________

PPS Partido Popular Socialista - FERNANDO CORUJA
SC

(61) 3215-9600 lid.pps@camara.gov.br

_________________________________________________________

PSC Partido Social Cristão - HUGO LEAL - RJ

(61) 3215-9761 lid.psc@camara.gov.br

_________________________________________________________

Bloco Parlamentar PSB, PCdoB, PMN, PRB - MÁRCIO
FRANÇA - SP

(61) 3215-5543 dep.marciofranca@camara.gov.br

_________________________________________________________

PT Partido dos Trabalhadores - CÂNDIDO
VACCAREZZA/PT

(61) 3215-9102 lid.pt@camara.gov.br

_________________________________________________________

Bloco Parlamentar PMDB, PTC - HENRIQUE EDUARDO
ALVES - RN

(61) 3215-5539 dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br

A Igreja Católica: Construtora da Civilização — Ep. 2 - "Igreja e Ciência"

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Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Episódio 2, partes 1, 2 e 3. Legendado em Português.


Mais sobre o Dr.Thomas Woods : http://www.thomasewoods.com/

Parte1:


Parte 2:

Parte 3:

Santa Sé confirma a passagem do maior grupo de anglicanos à Igreja Católica

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.- Autoridades vaticanas anunciaram esta manhã a próxima publicação de uma Constituição Apostólica para responder aos “numerosos” pedidos de clérigos e fiéis anglicanos que desejam ingressar na Igreja Católica em comunhão plena.

Embora as autoridades não anteciparam cifras, sabe-se que um dos grupos que pediu dar este passo é a Comunhão Anglicana Tradicional, que conta com ao menos 400 mil pessoas, constituindo o maior grupo de anglicanos da história a ingressar na Igreja Católica.

Em uma conferência de imprensa celebrada esta manhã, o Cardeal Joseph Llevada, Prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, explicou que a constituição “representa uma resposta necessária a um fenômeno mundial” e oferecerá um “modelo canônico único para a Igreja universal regulável a diversas situações locais, e em sua aplicação universal, eqüitativa para os ex-anglicanos”.

O modelo prevê a possibilidade da ordenação de clérigos casados ex-anglicanos, como sacerdotes católicos e esclarece que estes não poderiam ser ordenados bispos.

O Cardeal Llevada explicou que no documento “o Santo Padre introduziu uma estrutura canônica que provê a uma reunião corporativa através da instituição de Ordinariatos Pessoais, que permitirão aos fiéis ex-anglicanos entrar na plena comunhão com a Igreja católica, conservando ao mesmo tempo elementos do especifico patrimônio espiritual e litúrgico anglicano”.

“A atenção e a guia pastoral para estes grupos de fiéis ex-anglicanos será assegurada por um Ordinariato Pessoal, do qual o Ordinário será habitualmente nomeado pelo clero ex-anglicano", indicou o Cardeal, quem assinalou que ao menos uma vintena de bispos anglicanos solicitaram ingressar na Igreja Católica.

Do mesmo modo, explicou que a nova estrutura “está em consonância com o compromisso no diálogo ecumênico” e reiterou que "a iniciativa provém de vários grupos de anglicanos que declararam que compartilham a fé católica comum, como expressa o Catecismo da Igreja Católica, e que aceitam o ministério petrino como um elemento querido por Cristo para a Igreja. Para eles chegou o tempo de expressar esta união implícita em uma forma visível de plena comunhão".

O Cardeal Llevada sublinhou que "Bento XVI espera que o clero e os fiéis anglicanos desejosos da união com a Igreja Católica encontrem nesta estrutura canônica a oportunidade de preservar aquelas tradições anglicanas que são preciosas para eles e de acordo com a fé católica”.

“Assim que expressam em um modo distinto a fé professada usualmente, estas tradições são um dom que deverá ser compartilhado na Igreja universal. A união com a Igreja não exige a uniformidade que ignora as diversidades culturais, como demonstra a história do cristianismo. Além disso, as numerosas e diversas tradições hoje presentes na Igreja Católica estão todas enraizadas no princípio formulado por São Paulo em sua carta aos Efésios: ‘Um só Senhor, uma só fé, um só batismo’”, adicionou.

Finalmente, recordou que "nossa comunhão se reforçou por diversidades legítimas como estas, e estamos contentes de que estes homens e mulheres ofereçam suas contribuições particulares a nossa vida de fé comum".

Em uma declaração conjunta, os arcebispos de Westminster e Canterbury, respectivamente Vincent Gerard Nichols e Rowan Williams, afirmam que o anúncio da Constituição Apostólica "acaba com um período de incerteza para os grupos que nutriam esperanças de novas formas para alcançar a unidade com a Igreja Católica”.

“Agora é a vez dos que cursaram petições desse tipo à Santa Sé responderem à Constituição Apostólica", que é "conseqüência do diálogo ecumênico entre a Igreja Católica e a Comunhão Anglicana", indicaram.

Dom Augustine DiNoia, que colaborou na redação da nova estrutura, recordou que “estivemos durante 40 anos a favor da unidade. As orações encontraram respostas que não antecipamos”.

Para o Arcebispo, ocorreu um “giro tremendo” no movimento ecumênico e rechaçou as acusações de quem chama de “dissidentes” a estes anglicanos. “Eles estão assentindo ao obrar do Espírito Santo para estar em união com Pedro, com a Igreja Católica”, precisou.

Dom DiNoia explicou que ainda se trabalha nos detalhes técnicos e estes Ordinariatos Pessoais poderiam sofrer variações em sua forma final. Os detalhes completos da Constituição Apostólica serão publicados em algumas semanas.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17290

Bater ou não bater palmas na Missa fará diferença em nossa vida espiritual?

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by Rafael Vitola Brodbeck

Sim, fará. Lembram do ditado “lex orandi, lex credendi”? A lei da oração é a lei do que se crê?

Nossas atitudes na Missa refletem o que cremos a respeito dela, o conceito que da Missa temos. Assim, uma atitude pouco relacionada com o aspecto sacrifical da Santa Missa mostra que não temos assim tanta convicção de que seja realmente um sacrifício. Às vezes temos essa idéia de que é um sacrifício apenas no discurso, sem aprofundar realmente as conseqüências dessa fé.

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“Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.” (São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto)

Reflitam nas palavras de São Leonardo de Porto-Maurício, sobre o melhor modo de assistir a Missa: como se estivéssemos indo ao Calvário. Não fui eu quem disse!

Tudo, na Missa, deve se ordenar para o essencial. Nada deve fugir a isso, sob pena de esquecermos que a Missa é um sacrifício.

A melhor forma de transmitir a Fé Católica, a Tradição e, principalmente, aquilo que é a Santa Missa, ou seja, seu caráter sacrifical tanto esquecido pela desobediência do princípio descrito no parágrafo anterior, é a fiel observação de certas normas, expressas nos documentos eclesiais e nas rubricas dos livros litúrgicos. No rito romano, os livros por excelência, onde se encontram os formulários da Missa e o modo de oferecê-la, são o Missal Romano e o Pontifical Romano, ambos restaurados e reformulados após o Concílio Vaticano II, para

“exprimirem mais claramente as realidades sagradas que significam” (Constituição Apostólica de Sua Santidade, Paulo VI, “Missale Romanum”, de 3 de abril de 1969)

O uso adequado dos paramentos, o correto oferecimento da Missa, e a obediência irrestrita às rubricas não devem ser causa para que pensemos estarmos atrelados a uma forma fria de religiosidade. Pelo contrário, essa fidelidade, por apontar para o sacrifício, a ele se ligar, e por melhor demonstrar ao povo esse caráter da Santa Missa – eis a razão do seguimento de certas normas – dá a legítima idéia de submissão, piedade e unção, além daquilo que é mais substancial: protege a Missa de falsos conceitos daquilo que ela não é, e inculca na mente dos católicos e dos não-católicos aquilo que ela é – um verdadeiro e real sacrifício, o mesmo do Calvário, oferecido por Cristo para o perdão dos nossos pecados.

Fonte: http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/10/09/bater-ou-nao-bater-palmas-na-missa-fara-diferenca-em-nossa-vida-espiritual/

O Brasão de Sua Santidade o Papa Bento XVI

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Desde os tempos medievais, os brasões tornaram-se de uso comum para os guerreiros e para a nobreza, e por conseguinte foi-se desenvolvendo uma linguagem bem articulada que regula e descreve a heráldica civil. Paralelamente, também para o clero se formou uma heráldica eclesiástica. Ela segue as regras da civil para a composição e a definição do escudo, mas coloca em redor símbolos de insígnias de carácter eclesiástico e religioso, segundo os graus da Ordem sacra, da jurisdição e da dignidade. É tradição, pelo menos de há oito séculos para cá, que também os Papas tenham um seu brasão pessoal, além dos simbolismos próprios da Sé Apostólica. Particularmente no Renascimento e nos séculos seguintes, era costume decorar com o brasão do Sumo Pontífice felizmente reinante todas as principais obras por ele executadas. Brasões papais aparecem de facto nas obras de arquitectura, em publicações, em decretos e documentos de vários tipos.

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Com frequência os Papas adoptavam o escudo da própria família, se existia, ou então compunham um escudo com simbolismos que indicavam um próprio ideal de vida, ou uma referência a factos ou experiências passadas, ou a elementos relacionados com um próprio programa de pontificado. Por vezes acrescentavam algumas variantes ao escudo que tinham adoptado como Bispos. Também o Cardeal Joseph Ratzinger, eleito Papa e assumindo o nome de Bento XVI, escolheu um brasão rico de simbolismos e de significados, para confiar à história a sua personalidade e o seu Pontificado.

Como se sabe, um brasão é composto por um escudo que tem alguns símbolos significativos e é circundado por elementos, que indicam a dignidade, o grau, o título, a jurisdição, etc. O escudo adoptado pelo Papa Bento XVI tem uma composição muito simples: tem a forma de cálice, que é a mais usada na heráldica eclesiástica (outra forma é a cabeça de cavalo, que foi adoptada por Paulo VI). No seu interior, variando a composição em relação ao escudo cardinalício, o escudo do Papa Bento XVI tornou-se: vermelho, com ornamentos dourados. De facto, o campo principal, que é vermelho, tem dois relevos laterais nos ângulos superiores em forma de "capa", que são de ouro. A "capa" é um símbolo de religião. Ela indica um ideal inspirado na espiritualidade monástica, e mais tipicamente na beneditina. Várias Ordens ou Congregações religiosas adoptaram a forma "de revestimento" no seu brasão, como por exemplo os Carmelitas e os Dominicanos, mesmo se estes últimos o usavam unicamente numa simbologia mais primitiva que a actual. Bento XIII, Pedro Francisco Orsini (1724-1730), da Ordem dos Pregadores, adoptou a "cabeça dominicana", que é branca ornamentada de preto.

O escudo do Papa Bento XVI contém simbolismos que ele já tinha introduzido no seu brasão de Arcebispo de Monastério e Frisinga e depois de Cardeal. Contudo, na nova composição, eles estão agora ordenados de modo diverso. O campo principal do brasão é o central, que évermelho. No ponto mais nobre do escudo, encontra-se uma grande concha de ouro, a qual tem uma tripla simbologia. Primeiro, ela tem um significado teológico: pretende recordar a lenda atribuída a Santo Agostinho, o qual encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia. Ele explicou-lhe a sua vã tentativa, e Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. A lenda possui um evidente simbolismo espiritual, para convidar a conhecer Deus, mesmo se na humildade das inadequadas capacidades humanas, haurindo da inexauribilidade do ensinamento teológico. Além disso, a concha é usada há séculos para indicar o peregrino: simbolismo que Bento XVI quer manter vivo, no seguimento das pegadas de João Paulo II, grande peregrino em todas as partes do mundo. A casula por ele usada na solene liturgia do início do seu Pontificado, no domingo, 24 de Abril, tinha bem evidenciado o desenho de uma grande concha. Ela é também o símbolo presente no brasão do Antigo Mosteiro de Schotten, perto de Regensburgo, na Baviera, ao qual Joseph Ratzinger se sente espiritualmente muito ligado.

Na parte do escudo denominada "capa", encontram-se também dois símbolos provenientes da Tradição da Baviera, que Joseph Ratzinger, ao tornar-se em 1977 Arcebispo de Mónaco e Frisinga tinha introduzido no seu brasão arquiepiscopal. No ângulo direito do brasão (à esquerda de quem olha) está uma cabeça de mouro (ou seja, de cor escura), com lábios, coroa e colar vermelhos. É o antigo símbolo da Diocese de Frisinga, que surgiu no século VIII, tornando-se Arquidiocese Metropolitana com o nome de Mónaco e Frisinga em 1818, depois da Concordata entre Pio VII e o Rei Maximiliano José da Baviera (5 de Junho de 1817). A cabeça de Mouro não é rara na heráldica europeia. Ela aparece ainda hoje em muitos brasões da Sardenha e da Córsega, e também em vários brasões de famílias nobres. Também no brasão do Papa Pio VII, Barnabé Gregório Chiaramonti (1800-1823), se encontravam três cabeças de Mouro. Mas o Mouro na heráldica itálica em geral tem à volta da cabeça uma tira branca, que indica o escravo que foi libertado, e não é coroado, enquanto que na heráldica germânica é coroado. De facto, na tradição bavarese a cabeça de Mouro aparece com muita frequência, e é denominada caput ethiopicum, ou mouro de Frisinga.

No ângulo esquerdo da parte superior, está representado um urso, de cor escura (ao natural), que carrega no seu dorso um fardo. Narra uma antiga tradição que o primeiro Bispo de Frisinga, São Corbiniano (nascido por volta de 680 em Chartres, França, e falecido a 8 de Setembro de 730), tendo-se posto em viagem a cavalo rumo a Roma, ao atravessar uma floresta foi atacado por um urso, que lhe devorou o cavalo. Contudo, ele conseguiu não só aplacar o urso, mas carregar nele a sua bagagem fazendo-se acompanhar por ele até Roma. Por isso o urso é representado com um fardo sobre o dorso. A fácil interpretação da simbologia quer ver no urso domado pela graça de Deus o próprio Bispo de Frisinga, e costuma ver no fardo o peso do episcopado por ele carregado.

Por conseguinte, o escudo do brasão papal pode ser descrito ("nobre") segundo a linguagem heráldica do seguinte modo: "De vermelho, revestido de ouro, até à concha do mesmo; o ângulo direito, com a cabeça de Mouro ao natural, coroada e com colar vermelho; o ângulo esquerdo, com o urso ao natural, decorado e carregado com um fardo vermelho, cinturado de preto".

O escudo tem no seu interior como descrevemos as simbologias ligadas à pessoa que com ele se distingue, aos seus ideais, tradições, programas de vida e aos princípios que o inspiram e guiam. Os vários símbolos do grau, da dignidade e da jurisdição do indivíduo estão colocados em volta do escudo. É tradição, desde tempos imemoráveis, que o Sumo Pontífice tenha no seu brasão, em volta do escudo, as duas chaves "decussadas" (ou seja, colocadas em forma de cruz de Santo André), uma de ouro e a outra de prata: interpretadas por vários autores como símbolos do poder espiritual e do poder temporal. Elas estão colocadas atrás do escudo, ou acima dele, afirmando-se com certa evidência. O Evangelho de Mateus narra que Cristo dissera a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (cap. 16, v. 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. Portanto, elas encontram-se justamente em cada brasão papal.

Na heráldica civil existe sempre em cima do escudo um ornamento para a cabeça, normalmente uma coroa. Também na heráldica eclesiástica acontece o mesmo, evidentemente de tipo eclesiástico. No caso do Sumo Pontífice desde os tempos antigos representa-se uma "tiara". No início, ela era um tipo de "barrete" fechado. Em 1130 foi acompanhado por uma coroa, símbolo de soberania sobre os Estados da Igreja. Bonifácio VIII, em 1301, acrescentou uma segunda coroa, na época do confronto com o Rei da França, Filipe, o Belo, para representar a sua autoridade espiritual superior à civil. Foi Bento XII, em 1342 que acrescentou uma terceira coroa para simbolizar a autoridade moral do Papa sobre todos os monarcas civis, e reafirmar a posse de Avinhão. Com o tempo, perdendo os seus significados de carácter temporal, a tiara de prata com as três coroas de ouro permaneceu para representar os três poderes do Sumo Pontífice: de Ordem sagrada, de Jurisdição e de Magistério. Nos últimos séculos, os Papas usaram a tiara nos pontificados solenes, e em particular no dia da "coroação", no início do seu pontificado. Paulo VI usou para tal função uma preciosa tiara que lhe fora oferecida pela Diocese de Milão, como já tinha feito para Pio XI, que depois a destinou para obras de beneficência e teve início o uso corrente de uma simples "mitra" (ou "mitria"), por vezes enriquecida com decorações ou gemas. Contudo ele deixou a "tiara" juntamente com as chaves decussadas como símbolo da Sé Apostólica.

Hoje a cerimónia com a qual o Sumo Pontífice inaugura solenemente o seu Pontificado já não se chama "coroação", como se dizia no passado. A plena jurisdição do Papa, de facto, inicia a partir do momento da sua aceitação da eleição feita pelos Cardeais em Conclave e não por uma coroação, como acontece com os monarcas civis. Por isso, essa cerimónia chama-se simplesmente solene início do seu Ministério Petrino, como aconteceu para Bento XVI, a 24 de Abril passado.

O Santo Padre Bento XVI decidiu não usar mais a tiara no seu brasão oficial pessoal, mas colocar só uma simples mitra, que não é portanto encimada por uma pequena esfera e por uma cruz como era a tiara. A mitra pontifícia representada no seu brasão, em recordação das simbologias da tiara, é de prata e tem três faixas de ouro (os três mencionados poderes de Ordem, Jurisdição e Magistério), ligados verticalmente entre si no centro para indicar a sua unidade na mesma pessoa.

Um símbolo totalmente novo no brasão do Papa Bento XVI é a presença do "pálio". Não é tradição, pelo menos recente, que os Sumos Pontífices o representem no seu brasão. Contudo, o pálio é o distintivo litúrgico típico do Sumo Pontífice, e aparece com muita frequência em antigas representações papais. Indica o cargo de ser pastor do rebanho que lhe foi confiado por Cristo. Nos primeiros séculos os Papas usavam uma verdadeira pele de cordeiro apoiada sobre os ombros. Depois, passou a ser costume uma estola de lã branca, tecida com lã pura de cordeiros criados para essa finalidade. A estola tinha algumas cruzes, que nos primeiros séculos eram pretas, ou por vezes vermelhas. Já no IV século o pálio era um distintivo litúrgico próprio e típico do Papa. O conferimento do pálio por parte do Papa aos Arcebispos metropolitas teve início no século VI. A obrigação por parte deles de postular o pálio depois da sua nomeação é confirmada desde o século IX. Na famosa longa série iconográfica dos medalhões que, na Basílica de São Paulo, reproduzem a efígie de todos os Papas da história (mesmo se particularmente os mais antigos são de feições idealizadas) muitíssimos Sumos Pontífices são representados com o pálio, particularmente todos os Pontífices entre os séculos V e XIV. Por conseguinte, o pálio é o símbolo não só da jurisdição papal, mas também o sinal explícito e fraterno da partilha desta jurisdição com os Arcebispos metropolitas, e mediante eles com os Bispos seus sufragâneos. Portanto ele é sinal visível da colegialidade e da subsidiariedade. Também vários Patriarcas Orientais usam uma forma antiquíssima, muito semelhante ao pálio, chamada omophorion.

Na heráldica geral, quer civil, quer eclesiástica (particularmente nos graus inferiores) é costume colocar por baixo do escudo um nastro, ou cartaz, que tem gravado um mote, ou distintivo. Ele contém numa só ou em poucas palavras um ideal, ou um programa de vida. O Cardeal Joseph Ratzinger tinha no seu brasão arquiepiscopal e cardinalício o mote: "Cooperatores Veritatis". Ele permanece como sua aspiração e programa pessoal, mas não está no brasão papal, segundo a comum tradição dos brasões dos Sumos Pontífices nos últimos séculos. Todos recordamos como João Paulo II citava com frequência o mote "Totus tuus", mesmo se não estava no seu brasão papal. A falta de um mote no brasão papal não significa falta de um programa, mas simplesmente abertura sem exclusões a todos os ideais que derivam da fé, da esperança e da caridade.

D. Andrea Cordero di Montezemolo
Núncio Apostólico

Copyright © L'Osservatore Romano

Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/elezione/stemma-benedict-xvi_po.html

APRENDA COMO AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA!!!

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PRIMEIRA:
Diante das menores dificuldades, tais como indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá a Igreja nem às Missas. Com isso, seu filho vai crescer com a idéia de que participar das atividades da igreja não é assim tão necessário; Leia (Hb 10,24,25).

SEGUNDA:
Quando estiver à mesa ou em reuniões da família, faça críticas ou comentários negativos sobre as orientações do padre e de outros líderes dos movimentos da igreja. Assim, seu filho vai crescer não tendo respeito por eles, nem dando crédito aos seus ensinos. Leia ” (1Ts 5,12,13).

TERCEIRA:
Cuide para que seu filho cresça num lar que não seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em aplicar os princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar? Leia Dt 6,6,7).

QUARTA:
Gaste diante da televisão todo o tempo que passa em casa, em vez de separar parte dele para a leitura da Bíblia e oração. Basta apenas rezar na hora das refeições e olhe lá. Com certeza, seu filho vai adorar!!!!

Dom Fernando fala sobre a visita ad limina

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Na manhã da segunda-feira, dia 28, o Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, OSB concedeu uma entrevista coletiva, no Palácio dos Manguinhos, bairro das Graças. O assunto do encontro foi a visita ad limina apostolorum, que aconteceu de 9 a 18 deste mês. A visita é uma obrigação que os Bispos têm de cumprir a cada cinco anos, visitar os túmulos dos Apóstolos Pedro e Paulo e apresentar um relatório sobre a diocese ao Sumo Pontífice.

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A audiência particular de Dom Fernando com Bento XVI, aconteceu no dia 10, e durou 15 minutos. Dentre os assuntos discutidos, a juventude e o problema das drogas foram a maior preocupação do Papa. O Arcebispo apresentou ao chefe da Igreja uma proposta de implantar a Fazenda Esperança que realiza um trabalho de recuperação de jovens dependentes químicos. "A Fazenda Esperança ainda é um projeto. Faltam resolver detalhes como o local, por exemplo, mas já temos o apoio do Santo Padre e em breve sentarei com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos que também se mostrou solidário a questão", disse Dom Fernando.

A evasão religiosa também esteve na pauta do encontro. O Papa orientou que cada fiel cumpra o seu papel dentro da Igreja, que o Clero e os leigos somem esforços na evangelização. "O que Bento XVI quer é que deixemos de lado uma igreja acomodada, e busquemos uma igreja mais próxima do povo", completou dom Fernando.

Aos Sacerdotes que estão vivendo um ano dedicado a eles na Igreja, Bento XVI, em seu discurso aos Bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio grande do Norte) fez questão de salientar a importância do Sacerdote e da promoção vocacional, pois, "a função do presbítero é essencial e insubstituível para o anúncio da Palavra e a celebração dos Sacramentos, sobretudo da Eucaristia. Por isso urge pedir ao Senhor que envie operário à sua Messe".

No final da entrevista Dom Fernando falou ainda sobre sua proposta de descentralizar os trabalhos da Arquidiocese implantando vicariatos e reorganizando as pastorais em Comissões Arquidiocesanas. "O objetivo é facilitar a comunicação (entre as 101 paróquias) e fazer com que os trabalhos sejam mais eficazes", disse. Esses e outros assuntos serão discutidos na Assembléia Pastoral que acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro do ano que vem.

IGREJA CATÓLICA, IGREJA DE CRISTO

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Por Prof. Carlos Ramalhete

Dizem alguns que a Igreja Católica não é a Igreja de Cristo; para estes, a Igreja de Cristo seria maior que a Igreja Católica, englobando também as seitas protestantes. Ora, a Igreja de Cristo É a Igreja Católica Apostólica Romana. Ela é visível e reconhecível, ela é Una, e não é feita da união de seitas mais Igreja Católica.

Não há uma Igreja de Cristo diferente da Igreja Católica; ambas são uma mesmíssima coisa.

Há, é certo, o caso de pessoas batizadas (logo incorporadas à Igreja de Cristo, que é a Igreja Católica) mas que sem culpa própria, por ignorância invencível (não por não terem procurado o suficiente a Igreja, que acabariam encontrando; este caso é sem dúvida raríssimo hoje com os meios de comunicação à disposição de praticamente todos) não estão ligadas de forma visível à Igreja.

As seitas a que elas pertençam, porém, não são de modo algum parte da Igreja de Cristo, que é a Igreja Católica. Uma pessoa que, caso raríssimo e improvável (por depender de não cometer pecado mortal, ou seja, pecado cometido deliberada e conscientemente em matéria grave, desde o batismo até a morte, ou de ao menor ter uma perfeita contrição na hora da morte), pertença a uma seita protestante e escape do Inferno o faz APESAR, não por causa, da seita a que pertence. Pertencer a uma seita protestante não é pertencer à Igreja de Cristo de modo algum, é sim um impedimento para a Salvação.

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Os elementos salvíficos que sejam encontrados nestas seitas (normalmente o Batismo apenas, ainda que algumas seitas e grupos cismáticos tenham mantido ordens válidas - os vetero-católicos, os cismáticos orientais, os lefebvristas e alguns outros grupelhos as mantiveram, mas os Anglicanos, luteranos que não os da Finlândia e demais protestantes não as têm) não derivam de modo algum seu poder salvífico do fato de estarem presentes nesta seita (o que seria o caso se as seitas fossem realmente parte da Igreja de Cristo), mas sim têm sua ação salvífica diminuída por este fato.

Assim um protestante que seja batizado e morra logo em seguida foi pelo batismo tornado membro da Igreja Católica Apostólica Romana (não de um suposto ramo diferente de uma mesma "Igreja de Cristo" que não a Igreja Católica), e morreu católico.

Assim membros isolados de uma seita protestante podem ser parte da Igreja (desde que estejam separados dela por ignorância invencível apenas), mas uma seita não é parte da Igreja nem está em comunhão, total ou parcial, com ela.

Quanto à ação do Espírito Santo, ela realmente ocorre, mas deve ser correspondida pelo homem. Assim, um protestante tem a cada instante o Espírito Santo a soprar-lhe nos ouvidos que deve ir à Igreja Católica; cabe a ele aceitar este chamado. Um protestante que peça a Deus com sinceridade acabará encontrando a Igreja Católica, mesmo que Ela esteja ausente da cultura e do lugar em que vive. Conheço um moço que, nascido e criado em família batista em região do "Bible Belt" americano (onde só há protestantes fundamentalistas), pediu a Deus que mostrasse a ele a Verdade, e por uma série de intervenções da Divina Providência, achou na rua (!) um livrinho sobre a Fé católica, encontrou um padre no trem, etc.

Fora da Igreja Católica Apostólica Romana, que é o Corpo Místico de Cristo, não há Salvação.

Se há uma epidemia de uma doença horrível e vem alguém e paga caríssimo para botar um hospital (tanto a administração quanto aparelhagem, médicos, remédios, etc.) em que há a aparelhagem e os remédios para diagnosticar, tratar e curar esta doença, além de cursos e instrumentos para ajudar a prevenir a doença, tudo gratuito, será que isso é falta de amor? Que querer que os doentes vão aos hospitais, onde estão os meios para salvar suas vidas, ao invés de procurarem "simpatias" e coisas afins, é falta de amor?!

Se você acha isto, então faz sentido dizer que a Igreja não tem amor pelos outros ao pregar que todos devem se tornar católicos para serem salvos. Se não acha, não faz. Deus, em sua infinita Misericórdia, morreu por nós na Cruz (haveria pagamento maior?!) para proporcionar a nós os meios ("remédios") por que podemos nos libertar do pecado (os Sacramentos), as "Palavras de Vida Eterna", como dizia São Pedro (a "aparelhagem", os "cursos"), para diagnosticar e ajudar a prevenir a doença (respectivamente, a Sã Doutrina e o pecado que ela faz reconhecer e previne) e o governo (a "administração do hospital") para que possamos levar nossas vidas da maneira mais correta (o Magistério da Igreja).

Não se trata de restringir, muito pelo contrário. Trata-se de ir anunciar sobre os telhados que há cura para a doença que é o pecado, e essa cura foi paga por Cristo e está à disposição de quem aceitá-la!!!

O doente também pode achar que a doença não vai ser curada no hospital e que para curá-la ele tem que ir à meia noite pegar água em que a lua se refletiu, dizer três vezes "cura cura aperta segura" e dar cinco pulinhos para cada lado. Vai curar? Duvido.

Mas se ele realmente "sente" que é isso que ele deve fazer, ninguém vai conseguir impedi-lo...

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Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor (es).

Para citar este artigo:

RAMALHETE, Carlos. Apostolado Veritatis Splendor: IGREJA CATÓLICA, IGREJA DE CRISTO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/573. Desde 03/02/2002.

E JESUS MANDOU ORAR NO SEGREDO, POR QUE ELE OROU PUBLICAMENTE E A IGREJA ASSIM O FAZ?

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Por This Rock Magazine - Agosto/1990

Tradução: Carlos Martins Nabeto
Fonte: Catholic Answers - http://www.catholic.com
- Como vocês podem solucionar esta contradição da Bíblia? Jesus disse: "Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido" (Mateus 6,6); no entanto, Ele mesmo orou publicamente com os seus discípulos (Mateus 6,9) e os cristãos, em seus cultos públicos, também fazem orações. (Anônimo)

Jesus fez essa observação no contexto de uma certa espécie de piedade farisaica. Não se pode ignorar este contexto, centralizando-se apenas nestas suas palavras. Fazer isso seria praticar um literalismo tão crú que nenhum fundamentalista teria coragem de aceitar.

Em Mateus 6,1, Cristo declara um princípio, que Ele ilustra fazendo uso de três exemplos, um dos quais inclui este seu comentário sobre a oração. O princípio é: "Não sejam praticados atos
justos somente para que as pessoas possam vê-los". Em outras palavras, não se deve fazer boas ações apenas para receber de outros prestígio e elogios pessoais.

Os exemplos que Jesus emprega são retirados de três expressões características da piedade judaica: esmola, oração e jejum. Em cada caso, Jesus faz uso da hipérbole para alcançar o seu
objetivo. Isto fica bem claro quando se refere à esmola, que obviamente não tem como ser interpretado literalmente: "Não deixe que sua mão esquerda saiba o que a sua mão direita está
fazendo" (Mateus 6,3).

O verdadeiro e claro significado do ensinamento de Cristo encontra-se, porém, no versículo anterior: "Quando deres esmola, não mandes tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros" (Mateus 6,2).

De maneira similar, quando Cristo fala da oração em segredo, ele quer quer seus discípulos evitem se exibirem enquanto oram: "Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos outros"
(Mateus 6,5). Note-se, então, o motivo pelo qual os hipócritas oram: "para serem vistos pelos outros".

AGOSTO/1990, This Rock Magazine -. Apostolado Veritatis Splendor: SE JESUS MANDOU ORAR NO SEGREDO, POR QUE ELE OROU PUBLICAMENTE E A IGREJA ASSIM O FAZ?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5874.
Desde 01/09/2009.

Te Deum

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Belíssimo!

Desconectadas cem comunidades sociais pedófilas graças a um sacerdote

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Denunciadas por uma associação fundada pelo padre Di Noto

ROMA, quinta-feira, 3 de setembro de 2009 (ZENIT.org).

Cem comunidades pedófilas, presentes em uma rede social da internet, foram desconectadas e sequestradas pelas autoridades dos Estados Unidos e Itália, graças à atividade e à denúncia de uma associação fundada pelo sacerdote italiano Fortunato Di Noto.

Nestas comunidades havia 18.181 pessoas inscritas e, segundo a associação, “atraíam e promoviam o intercâmbio de milhares de vídeos e fotos (27.894 fotos pedófilas e 1.617 vídeos), assim como notícias sobre o intercâmbio de crianças. As crianças envolvidas eram milhares”.

Os voluntários que auxiliam o padre Di Noto descobriram, segundo o próprio sacerdote explica, “um universo que não é virtual, mas real, no qual as pessoas podiam inscrever-se e trocar material pornográfico de crianças (fotos, vídeos, fitas com crianças) com toda tranquilidade, através de uma das redes sociais mais conhecidas dos Estados Unidos”.

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“Material que os investigadores italianos e norte-americanos qualificam como um autêntico horror, com recém-nascidos e crianças em terna idade, que são objeto de abusos e violência”, acrescenta a associação.

O resultado do trabalho de seis meses da associação foi entregue ao departamento de polícia italiano encarregado dos delitos cometidos na internet nesse país, que por sua vez transmitiu as denúncias às autoridades norte-americanas.

Pe. Fortunato Di Noto, pároco de Avola (Siracusa), reconhece: “é impressionante e impossível descrever o que em seis meses vimos e denunciamos. O acompanhamento constante levou a resultados inesperados e hoje temos mais confiança que nunca de que a pederastia a pedofilia on-line, crime contra as crianças e contra a humanidade, podem e devem ser derrotadas”.

O sacerdote acrescenta: “não há nação que não tenha ficado envolvida. Dezenas de milhares de pessoas produzem, trocam, possuem material e violam crianças. Material não ‘virtual’ –insiste–, mas real, tão real que quando se escutam nos vídeos os gritos de dor das crianças, quando se vêem nas fotos os rostos dos recém-nascidos, pode-se escutar o drama, a dor, o sofrimento”.

As redes sociais na internet provocaram uma mudança nas estratégias dos pedófilos. Di Noto afirma que “a rede social é uma arma de duplo fio em questões de pedofilia: por um lado, permite aos pedófilos comunicarem-se e, em certo sentido, aumenta suas possibilidades; por outro lado, é o instrumento mais eficaz para as forças de segurança encontrá-los e desconectar seus sites”.

O presbítero revela que em cinco anos sua associação assinalou às autoridades 1.064 denúncias de quase seis mil sites. Por esse motivo, o sacerdote lança um chamado em particular aos jornalistas: “ajudem-nos a não baixar a guarda perante este crime”, informando sobre este fenômeno para que não só as autoridades mas também os legisladores possam dar uma resposta adequada ao terrível sofrimento destas crianças.

Marcha contra aborto reúne três mil pessoas em Brasília

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Segunda-feira, 31 de agosto de 2009, 13h09 | Atualizada, 13h27

Marcha contra aborto reúne três mil pessoas em Brasília

Ronaldo da Silva
Brasília (DF)

Agência Brasil 3ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida e pela Paz, evento promovido pelo Movimento Nacional em Defesa da Vida - Brasil Sem AbortoA Marcha Nacional da Cidadania pela Vida liderada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, reuniu cerca de três mil pessoas, neste domingo, 30, em Brasília (DF). Depois de percorrer cinco quilômetros ao som de três trios elétricos, o ponto culminante do evento foi na Esplanada dos Ministérios com um show da cantora Elba Ramalho.

Seguidores de várias religiões, artistas, juristas, jornalistas e simpatizantes da causa vieram de vários estados como São Paulo e Goiás. Um dos organizadores da caminhada, Jaime Ferreira Lopes, acredita que o aborto é a "matriz mais forte" de todos os tipos de violência, por isso a necessidade de manifestações coletivas contra a prática.

A marcha se tornou também um ato de protesto contra o governo federal que boicotou a verba de patrocínio do evento depois ter sido liberada e depositada em conta.

Na última sexta-feira, o Ministério da Cultura suspendeu o repasse de R$ 113 mil alegando que houve "omissão de informação na apresentação do projeto", pois não deixou claro que a marcha se tratava de uma manifestação contra o aborto.

A organização do evento se defendeu afirmando que o projeto estava claro ao propor ações culturais em defesa da vida, além de ter sido aprovado sob os aspectos técnicos e jurídicos pelo mesmo Ministério da Cultura.

Na avaliação do Movimento Brasil sem Aborto, a suspensão do patrocínio foi cerceamento da liberdade de expressão e demonstrou parcialidade do governo em relação ao tema. Eles lembraram que em 2008 um filme pró-aborto, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi financiado com verba pública.

Elba Ramalho começou o show cantando a Oração de São Francisco. Apesar de já ter praticado aborto, a cantora se tornou engajada na campanha e diz que hoje não abortaria mais, defendendo a vida em todas as circunstâncias.

Elba teve sua participação questionada no evento por grupos feministas, mas disse que o maior equívoco que a sociedade pode cometer é aprovar o aborto. "Vim colocar minha assinatura nesta luta. Sou católica praticante de comunhão e Missa frequente e se tiverem que me metralhar neste palco morrerei feliz, mas não mudo minha opinião", declarou.

A cantora revelou ainda que o próprio ministro da Cultura, Juca Ferreira, telefonou para ela antes de cancelar a verba do evento, explicando que ele próprio é contra o aborto, mas recebeu orientação para não apoiar a manifestação. "Eu disse a ele que não concordava com essa atitude do governo e que isso era censura à livre manifestação". E concluiu: "Infelizmente, estamos neste fim dos tempos percebendo que seremos cada vez mais perseguidos por nossas posições que defendem os valores. O mundo está cada vez mais dominado por forças estranhas".

O protesto buscou mobilizar a sociedade contra projetos que tramitam no Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) visando a legalização do aborto no país.

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O vídeo:

Reconhecido cientista assegura: Papa tinha razão sobre a AIDS

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Declaração de Edward Green, diretor do Aids Prevention Research Project de Harvard

RÍMINI, quarta-feira, 26 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O diretor do Aids Prevention Research Project da Harvard School of Public Health, Edward Green, assegurou que na polêmica sobre a Aids e o preservativo Bento XVI tinha razão.

Ao intervir no “Meeting pela amizade entre os povos” de Rímini o cientista, considerado como um dos máximos especialistas na matéria, confessou que “lhe chamou a atenção como cientista a proximidade entre o que o Papa disse no mês de março passado no Camarões e os resultados das descobertas científicas mais recentes”.

“O preservativo não detém a Aids. Só um comportamento sexual responsável pode fazer frente à pandemia”, destacou.

“Quando Bento XVI afirmou que na África se deviam adotar comportamentos sexuais diferentes porque confiar só nos preservativos não serve para lutar contra a Aids, a imprensa internacional se escandalizou”, continuou constatando.

Na realidade o Papa disse a verdade, insistiu: “o preservativo pode funcionar para indivíduos particulares, mas não servirá para fazer frente à situação de um continente”.

“Propor como prevenção o uso regular do preservativo na África pode ter o efeito contrário – acrescentou Green. Chama-se ‘risco de compensação’, sente-se protegido e se expõe mais”.

“Por que não se tentou mudar os costumes das pessoas? – perguntou o cientista norte-americano. A indústria mundial tardou muitos anos em compreender que as medidas de caráter técnico e médico não servem para resolver o problema”.

Green destacou o êxito que tiveram as políticas de luta contra a Aids que se aplicaram em Uganda, baseadas na estratégia sintetizada nas iniciais “ABC” por seu significado em inglês: “abstinência”, “fidelidade”, e como último recurso, o “preservativo”.

“No caso da Uganda – informou – se obteve um resultado impressionante na luta contra a Aids. O presidente soube dizer a verdade a seu povo, aos jovens que em certas ocasiões é necessário um pouco de sacrifício, abstinência e fidelidade. O resultado foi formidável”.

A confissão: o sacramento da humildade dos fiéis

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de Lorenzo Cappelletti

“No nosso tempo, em que a fé, em vastas regiões da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento...”. Foi assim que, na carta enviada a todos os bispos do mundo em 10 de março passado, Bento XVI descreveu a atual condição da fé. Pouco menos de um ano antes, falando aos participantes de um curso anual organizado pela Penitenciaria Apostólica, o Papa havia recorrido a expressões semelhantes, ao descrever o “apagar-se” da prática da confissão como sintoma da “desafeição” generalizada que se registra na Igreja em relação a esse sacramento.
A evocação da mesma imagem – do “apagar-se”, do esmorecimento – é por si só eloquente. O sacramento da confissão esmorece quando esmorece a fé.
A causa do esmorecimento da fé pode ser a liberdade do homem, quando, como no caso do jovem rico, uma pessoa diz não à atração amorosa da graça. Mas, ante o apagar-se da fé em vastas regiões da terra, a exigência primordial é de oração, uma vez que, “em se tratando de fé, o grande comandante é Deus, pois Jesus disse: ninguém vem a mim se meu Pai não o atrai”. Palavras de João Paulo I.

Tendo constatado que a principal causa do apagar-se do sacramento da confissão é o apagar-se da fé, podemos acrescentar que também contribuiu para o esmorecimento da prática desse sacramento o fato de a vida das comunidades cristãs ter mais como centro os grandes eventos que o cotidiano. E o cotidiano é feito de oração (“a pequena oração da manhã” e “a pequena oração da noite”, como o papa Bento XVI lembrou recentemente às crianças) e do perdão de nossas faltas. “Quotidie petitores, quotidie debitores” (Santo Agostinho). Devemos rezar todos os dias, devemos ser perdoados todos os dias. O Concílio Ecumênico Vaticano II, na Lumen gentium, observa que é justamente “nas condições ordinárias da vida familiar e social, pelas quais sua existência é como que tecida” que os fiéis “manifestam Cristo aos outros, especialmente pelo testemunho de sua vida resplandecente em fé, esperança e caridade” (nº 31).

Também o fato de já não sermos lembrados da trágica possibilidade de cometer o pecado de sacrilégio quando tomamos indignamente a comunhão (cfr. 1Cor 11, 27-32) pode ser outro motivo do esmorecimento da prática da confissão. Constatamos, com dor, que o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica já não fala do pecado de sacrilégio que cometemos quando omitimos propositalmente um pecado mortal na confissão ou quando tomamos a comunhão indignamente, ou seja, em pecado mortal.

Quando a acusação dos pecados é “humilde, completa, sincera, prudente e breve”, como aprendemos quando crianças no Catecismo de São Pio X, recebemos no sacramento da confissão, com o perdão, também a graça da humildade. Assim, a confissão é vivida como o sacramento da humildade dos fiéis, que torna possível tomar dignamente o sacramento da humildade do Senhor, de acordo com a fantástica definição que o Papa deu da eucaristia, “santíssimo e humilíssimo sacramento”.

A seção “Nova et vetera” reapresenta o artigo dedicado por Stefania Falasca ao frade capuchinho Leopoldo Mandic, santo confessor, em janeiro de 1999.

Quem se confessava com padre Leopoldo aprendia que não é preciso acrescentar discursos à acusação dos próprios pobres pecados (normalmente, confessar-se com padre Leopoldo era algo extremamente rápido): o simples fato de ajoelhar-se para confessar com sinceridade contém a dor necessária e suficiente para receber a absolvição.

Fonte: 30giorni

Ano Sacerdotal - Pe. Paulo Ricardo

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Vocación Sacerdotal ¿Y por qué no?

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